Sábado, Outubro 28, 2006

A Dupla Personalidade #agora noutro sítio.

Para quem estiver interessado em seguir as excitantes aventuras desta ilustre banda desenhada, o melhor mesmo é adicionar este blog aos favoritos:

www.aduplapersonalidade.blogspot.com

Sexta-feira, Outubro 27, 2006

"I'm singing in the rain...ah bolas, que os lençóis nunca mais secam."

Uma das diferenças entre viver com os pais e viver 'por conta própria' é que, em dias de chuva, o primeiro pensamento passa de 'Bolas, está a chover!' para 'Ai a roupa que eu deixei estendida!'

Sexta-feira, Outubro 20, 2006

Mais não! Por favor!

Eu sei, as piadas sobre a Floribella já começam a enjoar. Mas verdade seja dita, ela também.

Uma pessoa pode sonhar...

Num mundo perfeito, encontrariam droga no camarim de Luciana Abreu...

Antes e Depois


É como olhar para o futuro...

A Dupla Personalidade #05

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"Toma lá! Olaraite! Chequiraute!"

Ando a ler um livro chamado 'Falar Como os Bebés' para a cadeira de Introdução às Ciências da Linguagem. O livro é giro. Mas melhor mesmo é poder acompanhar a teoria com um exemplo prático: o Angélico do 'Clube Morangos'.

Sábado, Outubro 14, 2006

A Dupla Personalidade #04

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Sexta-feira, Outubro 13, 2006

Digo eu...

Visto de cima, o Roberto Leal, louro e com o seu fatinho branco, deve parecer um ovo estrelado.

Sexta-feira, Outubro 06, 2006

Como eu vejo a Branca de Neve...

Era uma vez uma linda rapariga a quem chamavam Branca de Neve. O seu nome devia-se não à pálida cor da sua tez mas sim à sua forte dependência de droga que aumentava de dia para dia. Ela costumava comprar a mercadoria a uma senhora a quem chamavam ‘Gertrudes, a Rainha Má’. No entanto, devido à sua dependência, Branca de Neve perdeu o emprego no bar de strip ‘O Palácio’ e deixou de ter dinheiro suficiente para sustentar a vida de princesa que levava, ficando a dever muito dinheiro a Gertrudes. Ora Gertrudes, que não gostava de ficar a arder com dinheiro, decidiu ir ter com o seu conselheiro, a quem chamavam ‘Tadeu, o Espelho Mágico’. Este disse-lhe que o melhor a fazer seria eliminar a Branca de Neve, cortando o mal pela raiz. Gertrudes contratou, então, um assassino profissional para aniquilar Branca de Neve. No entanto, o assassino, ao conhecer Branca de Neve simpatizou com ela, até demais, acabando por não a matar e deixou-a fugir apenas com o aviso de nunca voltar a pôr os pés naquela cidade.

Após muitos quilómetros percorridos a pé e muitas boleias por parte de camionistas barbudos e obesos, Branca de Neve, já débil por não injectar nada há mais de dois dias, encontrou uma pequena casa no meio de um bosque e utilizou as suas últimas forças para lá chegar, acabando, no entanto, por desmaiar.

O que Branca de Neve não sabia é que aquela pequena casa era afinal um estúdio onde gravavam filmes pornográficos posteriormente colocados no site YouTube para prazer dos milhares de visitantes daquele site que apenas procuravam o videoclip da música ‘Como o Macaco Gosta de Banana’ do José Cid. Quando a Branca de Neve acordou e constatou que estavam sete anões à sua volta, mandou um gritinho e perguntou, assustada:
- Quem são vocês?
- Nós somos os sete anões mineiros. – Respondeu o que dava pelo nome de Mestre.
- Queres ver as nossas picaretas? – Perguntou o Dunga.
- Pode ser. – retorquiu Branca de Neve.
- Então e nós podemos ver a tua mina? – Perguntou esperançoso o Dengoso.
E Branca de Neve, vendo ali uma boa possibilidade de arranjar o dinheiro que devia a Gertrudes, aceitou com bastante gosto.

Entretanto, Tadeu, o Espelho Mágico havia dito a Gertrudes que Branca de Neve ainda estava viva e em pleno regabofe com os anões. Gertrudes, enfurecida, decidiu ir procurá-la para acabar com ela de uma vez por todas, mas, ao chegar ao estúdio, já Branca de Neve, de perna arqueada, a esperava com o dinheiro na mão, dinheiro esse suficiente para pagar a dívida e mais uma dose ainda.

No entanto, essa dose provou ser a última que Branca de Neve tomaria, visto que quando os anões regressaram a casa, encontraram-na desfalecida no chão com uma overdose e chamaram o 112. Ao chegar a ambulância, um dos paramédicos fez-lhe respiração boca-a-boca e miraculosamente a Branca de Neve despertou.

Entretanto, Gertrudes foi presa e Tadeu juntou-se aos anões como produtor de cinema, criando sucessos como “Anão, uma ova!”, “Sete cabeças são melhores que uma” e “Anão, anão, ah sim, ah sim”. Quanto à Branca de Neve, ela prometeu aos paramédicos mudar de vida e deu entrada numa clínica de reabilitação. Posteriormente encontrou trabalho numa repartição de finanças e foi feliz para sempre.

parvoíce com p maiúsculo.

O CAPS LOCK É A TECLA MAIS EUFÓRICA DE TODO O TECLADO!!!

Quinta-feira, Outubro 05, 2006

O Malato É o elefante do Jumbo.

O Malato está no Jumbo!! Rápido!, onde é a secção das facas?!

Constatar o óbvio.

O senhor polícia que chefiou as operações na situação de reféns em Setúbal, de nome Magina da Silva (demasiado fácil) disse, em entrevista à RTP1, que "só havia duas maneiras de resolver a situação: a bem ou a mal".

Há uma terceira forma?

Quarta-feira, Outubro 04, 2006

Bem... d'uh!

Caso ainda não tenham reparado...

...voltei.

Tsssruuum Tss!*

Tu vais tão longe, tão longe, mas tão longe que se fosses ainda mais longe, já estarias a regressar.


*som da bateria após uma piada.

"Ahhh, onde raio se desliga esta %&@?!?!"

Está-se de férias há demasiado tempo quando já não se sabe onde é o botão para desligar o despertador.

“Olha, é o Super-home- ah não, é só o Clark a limpar os óculos.”*

O Super-homem é uma personagem estranha. Sim, ele usa as cuecas de fora; já todos demos umas boas gargalhadas à conta disso. O que me faz confusão é os óculos: ele põe os óculos, é o Clark Kent, ele tira os óculos, é o Super-homem; ele põe os óculos, é o Clark Kent; ele tira os óculos e é o Super-homem novamente. MAS NINGUÉM O RECONHECE SEM OS ÓCULOS, CARAMBA?!

É que ao menos o Homem-Aranha ainda tem a decência de tapar a cara toda.


*Um pequeno brainstorming sobre o assunto fez-me ver que o Clark Kent não precisaria de limpar os óculos, visto que, devido à sua visão raio-x, ele conseguiria ver através dos grãos de areia, restos de lama e pássaros mortos já confortavelmente instalados nas suas lentes.

Ó balofa!

Há uma música da Britney Spears que me faz espécie, 'I'm Not A Girl Not Yet a Woman'. Se ela não é uma rapariga mas ainda não é uma mulher, o que é ela?

Um robô?
Belzebu?
O Nuno Markl?

A Dupla Personalidade #03

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Sentido Sem Post #11

Noite fria de nevoeiro. Um beco abandonado. No fim da rua, uma porta já esquecida por muitos. Truz truz. Uma portinhola abre-se deixando ver apenas uns olhos escuros no interior do edifício. “Senha?”. “Zé, o Chave-de-Fendas, morreu.”. Uma porta abre-se e a quantidade de fumo encarcerada entre aquelas quatro paredes de tijolo frio é tanta que mais parece que o nevoeiro também sabia aquela senha e havia entrado também. A pesada porta de metal é fechada com força por um dos ‘gorilas’. Ao centro, e apenas iluminada por uma lâmpada de 220 volts que instavelmente pende do tecto, jaz uma mesa de pano verde, onde se perde a conta a fichas de jogo e garrafas de whisky vazias. Três homens estão sentados a essa mesma mesa, olhando desconfiadamente para um quarto homem. “Vens tarde.”, sussurrou um deles. “Tive que tratar de uns assuntos, se é que me percebem.”, respondeu a voz rouca do recém-chegado. O silêncio volta a cair naquela sala, apenas interrompido por um conjunto de 50 cartas a serem baralhadas por um dos homens. Ele baralha-as com precisão, como quem sabe o que faz. A velocidade com que ele distribui cada carta aos jogadores é impressionante e praticamente indistinguível ao olho humano. Calmamente, cada jogador pega nas suas cartas. Trocam-se olhares suspeitos por entre o fumo dos charutos. Após alguns minutos de um silêncio pesado e frio, o jogo começa:

“Tens quatros?”.
“Não. Vai à pesca.”.