Um blog para todos dominar, um blog para os encontrar, um blog para a todos prender e nas trevas reter.
terça-feira, maio 01, 2007
domingo, abril 29, 2007
"Thou shalt not make repetitive generic music"
Dan Le Sac vs. Scroobius Pip - Thou Shalt Always Kill (2007)
segunda-feira, abril 23, 2007
Visão apocalíptica.
Um exército de criancinhas...
...lideradas pelo José Carlos Malato...
...marchando ao som de Simply Red.
Se isto não vos causa pelo menos um pequeno arrepio na espinha, vocês não são humanos.
...lideradas pelo José Carlos Malato...
...marchando ao som de Simply Red.
Se isto não vos causa pelo menos um pequeno arrepio na espinha, vocês não são humanos.
quinta-feira, abril 19, 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
"Ai, que se me acabou o espaço pa' escrever!"
No site da RTP:
UM POST-IT?!?! Como é que eles esperam encontrar um Post-it desaparecido? E o que poderá estar escrito num Post-It que seja incriminatório?
Tribunal de Felgueiras quer PJ a investigar documentos desaparecidos
Na última sessão, realizada sexta-feira, o juiz-presidente do Colectivo de Juízes, José Castro solicitou ao funcionário judicial que assessora o julgamento, que procurasse nas instalações do Tribunal uma pasta, um «post-it» e outros documentos que faltam no processo.
Se os papéis não forem encontrados, o que até hoje não aconteceu, o juiz vai chamar a PJ para que esta averigúe se os mesmos foram retirados voluntariamente do processo.
UM POST-IT?!?! Como é que eles esperam encontrar um Post-it desaparecido? E o que poderá estar escrito num Post-It que seja incriminatório?
sábado, abril 14, 2007
Sentido sem Post #13
Garfos esperam. Facas também. Assim como colheres de sobremesa, pratos, copos, guardanapos, cadeiras, mesas e um grupo de pessoas no exterior do restaurante. O mundo inteiro parece estar em suspenso. À espera.
- Telefona-lhe.
- Já estou farto de tentar. Ele não atende.
- Experimenta outra vez.
E um garfo começa a ficar impaciente.
- Está a chamar.
Pausa.
- 'Tou? Então, pá? Por onde andas? 'Tamos todos aqui à tua espera!
Outra pausa.
- 'Tás-me a gozar! Não, pronto, 'tá bem. Fica para a próxima.
- Então?
- Pessoal, podemos ir comer. O Godot não vem.
- Telefona-lhe.
- Já estou farto de tentar. Ele não atende.
- Experimenta outra vez.
E um garfo começa a ficar impaciente.
- Está a chamar.
Pausa.
- 'Tou? Então, pá? Por onde andas? 'Tamos todos aqui à tua espera!
Outra pausa.
- 'Tás-me a gozar! Não, pronto, 'tá bem. Fica para a próxima.
- Então?
- Pessoal, podemos ir comer. O Godot não vem.
sexta-feira, abril 13, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Olha q'isto...
Desde quando é que se deseja Boa Páscoa a toda a gente como se não houvesse amanhã?
Mas isto é o Natal ou quê?
Mas isto é o Natal ou quê?
quarta-feira, abril 04, 2007
Informática quântica.
Será que um link continua a direccionar para determinado site mesmo quando ninguém clica nele?
segunda-feira, abril 02, 2007
"Corações de Mel", Acto I
[Todo o diálogo neste texto é para ser lido com sotaque brasileiro.]
P - Ó Florivaldo, como eu amo você!
F - Eu também amo muito você, Pancrácia! Mas nosso amor está condenado.
P - Não diga isso, meu amor!
F - Digo sim, meu amor. Você não sabe, você não imagina...
P - Ó meu amor, eu bem sei que nossos pais não aprovam nossa relação, mas-
F - Ó meu amor, eu descobri a razão dessa desaprovação. Meu amor, a verdade é terrível. Este segredo vai mudar sua vida... para sempre!
P - Ó meu amor...
F - A razão pela qual não podemos ficar juntos, meu amor... é porque... é porque nossos pais... são IRMÃOS!
P - Todos eles, meu amor?
F - Sim, meu amor. Não só nós somos primos, como somos fruto de relações incestuosas.
P - Não!
F - Mas ainda há mais, meu amor.
P - Ó meu amor, meu coração se parte em mil pedaços!
F - Você também precisa saber que sua mãe... sua mãe... é UM HOMEM!
P - Ó não!
F - Mas ainda há mais, meu amor. Venâncio, o homem que disputa comigo seu coração é seu irmão...
P - Ó...
F - ... e MEU TIO!
F - E Cândida, a empregada idosa e leal, É SUA FILHA!
F - E EU ESTOU ESPERANDO UM FILHO SEU!
[Pancrácia desmaia, bate com o dedo mindinho na esquina da mesa de jantar, entra em coma e fica cega.]
Narrador - Pacrácia não aguenta a verdade! Mas nem todos os segredos foram revelados! Quem matou Cassandra? O que esconde Maurício debaixo do colchão? E será Marlene de fato paralítica? Não perca próximo episódio de 'Corações de Mel'!
P - Ó Florivaldo, como eu amo você!
F - Eu também amo muito você, Pancrácia! Mas nosso amor está condenado.
P - Não diga isso, meu amor!
F - Digo sim, meu amor. Você não sabe, você não imagina...
P - Ó meu amor, eu bem sei que nossos pais não aprovam nossa relação, mas-
F - Ó meu amor, eu descobri a razão dessa desaprovação. Meu amor, a verdade é terrível. Este segredo vai mudar sua vida... para sempre!
P - Ó meu amor...
F - A razão pela qual não podemos ficar juntos, meu amor... é porque... é porque nossos pais... são IRMÃOS!
P - Todos eles, meu amor?
F - Sim, meu amor. Não só nós somos primos, como somos fruto de relações incestuosas.
P - Não!
F - Mas ainda há mais, meu amor.
P - Ó meu amor, meu coração se parte em mil pedaços!
F - Você também precisa saber que sua mãe... sua mãe... é UM HOMEM!
P - Ó não!
F - Mas ainda há mais, meu amor. Venâncio, o homem que disputa comigo seu coração é seu irmão...
P - Ó...
F - ... e MEU TIO!
F - E Cândida, a empregada idosa e leal, É SUA FILHA!
F - E EU ESTOU ESPERANDO UM FILHO SEU!
[Pancrácia desmaia, bate com o dedo mindinho na esquina da mesa de jantar, entra em coma e fica cega.]
Narrador - Pacrácia não aguenta a verdade! Mas nem todos os segredos foram revelados! Quem matou Cassandra? O que esconde Maurício debaixo do colchão? E será Marlene de fato paralítica? Não perca próximo episódio de 'Corações de Mel'!
quarta-feira, março 28, 2007
"Revista-mos!"
A pedido, publico aqui um mail que enviei há pouco tempo.
[Abre a cortina. Entram duas mulheres. Uma é a Maria João Abreu e a outra aquela tipa que entrou nos Malucos do Riso e ninguém sabe o nome. Na cabeça, uma enverga uma miniatura da Ponte Vasco da Gama e a outra, uma miniatura da Ponte 25 de Abril. De frente para o público.]
LN - Eu sou a Lisboa Nova!
LV - E eu sou a Lisboa Velha! E nos próximos 10 minutos, num tom de voz histérico e esganiçado, vamos demonstrar o desprezo que temos uma pela outra, enquanto fazemos esta dança estúpida de dar um passo à frente, outro atrás, ao mesmo tempo que seguramos a anca com as duas mãos, abanando-a como se não houvesse amanhã.
[Entra Zé Povinho. Palmas por parte do público porque é a Rita Ribeiro e onde quer que ela entre, mesmo que seja numa casa-de-banho, ela recebe uma salva de palmas.]
ZP – [ergue os braços] Meninas, meninas, não se zanguem.
LN – Não se zanguem?! Esta serigaita é que não se cala!
LV – Tens a mania que és esperta e muito culta!
LN – E sou! E sou! Sou culta e bonita, que já é mais do que se pode dizer de ti.
ZP – [ainda de braços no ar] Vá lá, meninas. Então? Vocês podem coexistir.
LN – Eu?!?! Coexistir com essa antiguidade?
LV – Antiguidade?!! Homessa! Pois fica a saber que ser velho implica ter sabedoria!
LN – Tu tens é pó!
LV – E tu tens é inveja!
ZP – [ainda, incrivelmente, de braços no ar] Vá lá, meninas, dêem-se bem!
LN – Inveja, eu?! Deus me livre. Eu cá sou o futuro, o progresso. Ninguém quer saber do passado!
LV – Pois o passado tem a história, a tradição, a saudade!
LN – O passado já tem é teias de aranha!
LV – Teias de aranha tens tu e é num sítio que eu cá sei!
[Após este innunendo, a discussão continua por mais de 20 minutos, ao contrário dos 10 previamente anunciados. Pelo meio, alguém diz 'merda' e o público fica em êxtase. Por fim, não se chega a conclusão nenhuma e acaba por ficar apenas em palco Zé Povinho, que entretanto baixou os braços.]
ZP - Isto anda tudo marado. A vida é injusta, não é? Uns têm tudo e outros não têm nada. E nenhum deles tem tempo para vir ao teatro. [olhos humedecidos] A revista está a morrer. Já ninguém se interessa. [Braços ao alto, novamente. Única lágrima a correr pela face direita, enquanto desbota a maquilhagem.] SALVEM O PARQUE MAYER!
[Música. Entram bailarinos com arcos de papel-machê e manjericos.]
É a revista, é a revista
À portuguesa!
Vamos lá então,
Ao teatro, porque não?
A seguir à sobremesa.
[Bailarinos serpenteiam pelo palco. Zé Povinho chega-se à frente do palco. Texto meio falado, meio cantado.]
Este Portugal
Sofre de um grande mal
Está de pernas para o ar
Até o maior português é o Salazar.
Não há trabalho nem dinheiro
(o Sócrates nem é engenheiro!)
O melhor é para Espanha emigrar.
[Zé Povinho faz manguito. Fecha cortina. Espectáculo repete de três em três domingos na TVI.]
[Abre a cortina. Entram duas mulheres. Uma é a Maria João Abreu e a outra aquela tipa que entrou nos Malucos do Riso e ninguém sabe o nome. Na cabeça, uma enverga uma miniatura da Ponte Vasco da Gama e a outra, uma miniatura da Ponte 25 de Abril. De frente para o público.]
LN - Eu sou a Lisboa Nova!
LV - E eu sou a Lisboa Velha! E nos próximos 10 minutos, num tom de voz histérico e esganiçado, vamos demonstrar o desprezo que temos uma pela outra, enquanto fazemos esta dança estúpida de dar um passo à frente, outro atrás, ao mesmo tempo que seguramos a anca com as duas mãos, abanando-a como se não houvesse amanhã.
[Entra Zé Povinho. Palmas por parte do público porque é a Rita Ribeiro e onde quer que ela entre, mesmo que seja numa casa-de-banho, ela recebe uma salva de palmas.]
ZP – [ergue os braços] Meninas, meninas, não se zanguem.
LN – Não se zanguem?! Esta serigaita é que não se cala!
LV – Tens a mania que és esperta e muito culta!
LN – E sou! E sou! Sou culta e bonita, que já é mais do que se pode dizer de ti.
ZP – [ainda de braços no ar] Vá lá, meninas. Então? Vocês podem coexistir.
LN – Eu?!?! Coexistir com essa antiguidade?
LV – Antiguidade?!! Homessa! Pois fica a saber que ser velho implica ter sabedoria!
LN – Tu tens é pó!
LV – E tu tens é inveja!
ZP – [ainda, incrivelmente, de braços no ar] Vá lá, meninas, dêem-se bem!
LN – Inveja, eu?! Deus me livre. Eu cá sou o futuro, o progresso. Ninguém quer saber do passado!
LV – Pois o passado tem a história, a tradição, a saudade!
LN – O passado já tem é teias de aranha!
LV – Teias de aranha tens tu e é num sítio que eu cá sei!
[Após este innunendo, a discussão continua por mais de 20 minutos, ao contrário dos 10 previamente anunciados. Pelo meio, alguém diz 'merda' e o público fica em êxtase. Por fim, não se chega a conclusão nenhuma e acaba por ficar apenas em palco Zé Povinho, que entretanto baixou os braços.]
ZP - Isto anda tudo marado. A vida é injusta, não é? Uns têm tudo e outros não têm nada. E nenhum deles tem tempo para vir ao teatro. [olhos humedecidos] A revista está a morrer. Já ninguém se interessa. [Braços ao alto, novamente. Única lágrima a correr pela face direita, enquanto desbota a maquilhagem.] SALVEM O PARQUE MAYER!
[Música. Entram bailarinos com arcos de papel-machê e manjericos.]
É a revista, é a revista
À portuguesa!
Vamos lá então,
Ao teatro, porque não?
A seguir à sobremesa.
[Bailarinos serpenteiam pelo palco. Zé Povinho chega-se à frente do palco. Texto meio falado, meio cantado.]
Este Portugal
Sofre de um grande mal
Está de pernas para o ar
Até o maior português é o Salazar.
Não há trabalho nem dinheiro
(o Sócrates nem é engenheiro!)
O melhor é para Espanha emigrar.
[Zé Povinho faz manguito. Fecha cortina. Espectáculo repete de três em três domingos na TVI.]
terça-feira, março 27, 2007
Premonição.
in www.teatropoliteama.net/politeama:
Eu juro que quando escrevi isto, não sabia que o La Féria ia mesmo fazer uma adaptação do Jesus Cristo Superstar. Eu juro!
Jesus Cristo Superstar
O Musical de Filipe La Féria no Teatro Rivoli
Grande Audição para cantores / actores
Dia 29 de Março 2007
Eu juro que quando escrevi isto, não sabia que o La Féria ia mesmo fazer uma adaptação do Jesus Cristo Superstar. Eu juro!
E toma lá uma camisolinha da Tommy para não dizeres que não vais daqui.
Há uns tempos, escrevi isto no blog:
Ao que um(a) comentador(a) anónimo/a disse:
Querido/a anónimo/a:
Desde já, agradeço a tua visita a este estúpido blog. Saber que aqui chegaste através de uma procura no Google por “Andreia Elisabete”, fez-me perceber a quão valiosa é a minha privacidade.
Gostava de te perguntar qual o significado de “humildade”, porque não encontrei essa palavra no meu dicionário. Nessa página, só lá estava “humor”. E por falar em dicionário, aconselho-te a procurar lá uma palavra: “coragem”. Coragem para dar a cara, ou neste caso o nome, por aquilo que defendes.
Espero que a Andreia seja, de facto, mais feliz que eu, apesar de, após a satisfação que tive em responder ao teu comentário, eu achar isso bastante difícil.
Beijinho bom (mas ao de longe porque és pobre e eu não gosto dessa gentalha)
Joana Filipa
Se me chamasse Andreia Elisabete e visse que ia passar o resto da minha vida em Cernadelo, eu quereria voltar para os meus pais adoptivos.
Ao que um(a) comentador(a) anónimo/a disse:
que coisa mais estúpida que fui encontrar numa pesquisa no Google. mais uma tia com horror a pobres...
concerteza que a pequena Andreia será muito mais feliz que você, que certamente não sabe nem lida bem com humildade.
que pena tenho de si!
espero que nesta vida onde nem tudo é dinheiro, aprenda o que é realmente ser feliz, Joana...
Querido/a anónimo/a:
Desde já, agradeço a tua visita a este estúpido blog. Saber que aqui chegaste através de uma procura no Google por “Andreia Elisabete”, fez-me perceber a quão valiosa é a minha privacidade.
Gostava de te perguntar qual o significado de “humildade”, porque não encontrei essa palavra no meu dicionário. Nessa página, só lá estava “humor”. E por falar em dicionário, aconselho-te a procurar lá uma palavra: “coragem”. Coragem para dar a cara, ou neste caso o nome, por aquilo que defendes.
Espero que a Andreia seja, de facto, mais feliz que eu, apesar de, após a satisfação que tive em responder ao teu comentário, eu achar isso bastante difícil.
Beijinho bom (mas ao de longe porque és pobre e eu não gosto dessa gentalha)
Joana Filipa
segunda-feira, março 26, 2007
Ah, português!
Notas soltas sobre os "Grande Portugueses":
1. Quanto aos bonecos de cera, o do Pessoa parecia o Manuel Luís Goucha nos tempos em que este usava bigode; o de D. Afonso Henriques mostrava a sua grandiosa colecção de caricas, e o de Salazar parecia o Joel Branco de chapéu.
2. Ficou provado que Maria Elisa não é capaz de dizer um endereço de um site, ao dizer rtp.www.pt.
3. A indirecta de Maria Elisa, ainda antes de divulgarem os resultados, ao dizer que "há 50 anos, esta iniciativa não teria sido possível", mostrou logo quem seria o vencedor.
4. Repararam na rapidez com que "Os Grandes Portugueses" após a divulgação dos resultados passou de 'iniciativa séria' a 'concurso' e posteriormente a 'passatempo'?
5. Repararam também no esforço inumano que todos os defensores fizeram ao tentar arrastar Aristides de Sousa Mendes para o primeiro lugar?
6. Não foi bonito ver a Odete Santos a coçar a mama.
7. Citando Salustio, é a primeira vez que Salazar é eleito para alguma coisa.
1. Quanto aos bonecos de cera, o do Pessoa parecia o Manuel Luís Goucha nos tempos em que este usava bigode; o de D. Afonso Henriques mostrava a sua grandiosa colecção de caricas, e o de Salazar parecia o Joel Branco de chapéu.
2. Ficou provado que Maria Elisa não é capaz de dizer um endereço de um site, ao dizer rtp.www.pt.
3. A indirecta de Maria Elisa, ainda antes de divulgarem os resultados, ao dizer que "há 50 anos, esta iniciativa não teria sido possível", mostrou logo quem seria o vencedor.
4. Repararam na rapidez com que "Os Grandes Portugueses" após a divulgação dos resultados passou de 'iniciativa séria' a 'concurso' e posteriormente a 'passatempo'?
5. Repararam também no esforço inumano que todos os defensores fizeram ao tentar arrastar Aristides de Sousa Mendes para o primeiro lugar?
6. Não foi bonito ver a Odete Santos a coçar a mama.
7. Citando Salustio, é a primeira vez que Salazar é eleito para alguma coisa.
domingo, março 25, 2007
sábado, março 24, 2007
Micro-nota.
As minhas mais sinceras desculpas aos leitores deste blog por na última semana não ter colocado nada de novo neste estaminé. De qualquer maneira, queria apenas deixar aqui uma pequena nota.
Porque isto provocou isto...(clicar para aumentar)
...quero dizer a todos os que visitaram e comentaram A Dupla Personalidade, obrigada.
Porque isto provocou isto...(clicar para aumentar)
...quero dizer a todos os que visitaram e comentaram A Dupla Personalidade, obrigada.
sábado, março 17, 2007
'Piqueno' desabafo.
Se me chamasse Andreia Elisabete e visse que ia passar o resto da minha vida em Cernadelo, eu quereria voltar para os meus pais adoptivos.
Surrealismo musical
Não é simplesmente fenomenal que a nova colecção do jornal Público, intitulada '50 Anos de Música Portuguesa', contenha no mesmo volume Alfredo Marceneiro e Buraka Som Sistema?
sexta-feira, março 16, 2007
Porto Editora, esprefenha lá isto.
Segue-se um conjunto de palavras que deviam ser incluídas na próxima edição do Dicionário da Língua Portuguesa. Cortesia minha e do Renato Carreira, Senhor de Todo o Universo, que fez questão de assim ser chamado.
balhéria s.f. [coloq.] desconhecimento de um assunto. Ex: "Tu não percebes balhéria."
chartalhimba s.f. nome que dão ao orvalho em algumas regiões de Moçambique
esprefenhar v.tr. 1 torrar pinhões com intenção dolosa; 2 [fig] atirar uma pequena bola de plástico ao ar para a ver saltar no chão
fresgórvio 1 adj. relativo à Fresgorvilândia; 2 s.m natural da Fresgorvilândia
maricoté s.m. colete de lã feito à mão
parrinça s.f. [pop.] mulher gorda e corcunda que negoceia em bidés
priconumbe s.m. espécie tropical de pepino
balhéria s.f. [coloq.] desconhecimento de um assunto. Ex: "Tu não percebes balhéria."
chartalhimba s.f. nome que dão ao orvalho em algumas regiões de Moçambique
esprefenhar v.tr. 1 torrar pinhões com intenção dolosa; 2 [fig] atirar uma pequena bola de plástico ao ar para a ver saltar no chão
fresgórvio 1 adj. relativo à Fresgorvilândia; 2 s.m natural da Fresgorvilândia
maricoté s.m. colete de lã feito à mão
parrinça s.f. [pop.] mulher gorda e corcunda que negoceia em bidés
priconumbe s.m. espécie tropical de pepino
terça-feira, março 13, 2007
Da burrice humana.
Diálogo verídico entre a autora deste blog e uma funcionária da faculdade:
Eu (apresentando um molho de folhas): Bom dia, eu queria tirar fotócopias e encadernar isto, se faz favor.
Funcionária: E é para encadernar só um dos molhos ou...
Eu: Não, é para encadernar ambos.
Funcionária: Os dois?
Eu: ...
NA: Esta foi a mesma funcionária a quem uma sua colega havia dito na semana anterior: "Tu devias era pintar o cabelo de louro de uma vez!"
Eu (apresentando um molho de folhas): Bom dia, eu queria tirar fotócopias e encadernar isto, se faz favor.
Funcionária: E é para encadernar só um dos molhos ou...
Eu: Não, é para encadernar ambos.
Funcionária: Os dois?
Eu: ...
NA: Esta foi a mesma funcionária a quem uma sua colega havia dito na semana anterior: "Tu devias era pintar o cabelo de louro de uma vez!"
António Calvário, volta, estás perdoado!
Isto foi o que ganhou o Festival da Canção?
Sabrina - Dança Comigo (Música e Letra: Emanuel)
Eu sempre disse que no dia em que levássemos o Emanuel à Eurovisão, ganhávamos aquilo, mas nunca pensei que fosse num futuro próximo.
Sabrina - Dança Comigo (Música e Letra: Emanuel)
Eu sempre disse que no dia em que levássemos o Emanuel à Eurovisão, ganhávamos aquilo, mas nunca pensei que fosse num futuro próximo.
sexta-feira, março 09, 2007
O Gatsby é grande e a lista de livros também.
Uma pessoa tem demasiados livros para ler num semestre quando:
a) um desses mesmos livros tem de ser lido para duas cadeiras diferentes.
b) consegue pegar nos títulos e escrever uma história com (algum) sentido:
Dr. Jekyll, conhecido por vezes como Sr. Hyde, passeava pelo Alentejo azul com o seu fiel jardineiro quando encontrou o Drácula. Este, com muita sensibilidade e bom senso, decidiu não morder nenhum deles. Decidiram os três ir à procura dos retratos de Dorian Gray e do de um artista quando jovem, mas apenas encontraram os despojos do dia. Desiludidos, decidiram sentar-se e esperar por Godot.
P.S.: E é oficial; tenho um 'piqueno' ódio de estimação ao Robert Louis Stevenson.
a) um desses mesmos livros tem de ser lido para duas cadeiras diferentes.
b) consegue pegar nos títulos e escrever uma história com (algum) sentido:
Dr. Jekyll, conhecido por vezes como Sr. Hyde, passeava pelo Alentejo azul com o seu fiel jardineiro quando encontrou o Drácula. Este, com muita sensibilidade e bom senso, decidiu não morder nenhum deles. Decidiram os três ir à procura dos retratos de Dorian Gray e do de um artista quando jovem, mas apenas encontraram os despojos do dia. Desiludidos, decidiram sentar-se e esperar por Godot.
P.S.: E é oficial; tenho um 'piqueno' ódio de estimação ao Robert Louis Stevenson.
Do episódio da Floribella que eu não vi mas queria ter visto...
Confuso como o Sr. Frederico é, acho que ainda não se decidiu se está vivo, se está morto.
domingo, março 04, 2007
Eis porque já não escrevo no blog há algum tempo.
Todas as ideias que eu tenho são interrompCOF COF COF AARRR COF COF &@%!#&@%!# DA CONSTIPAÇÃO! COF COF COF!
Vêem? Já nem me lembro do que ia a dizer.
Vêem? Já nem me lembro do que ia a dizer.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
Sugestãozinha...
Sugiro criarmos uma petição para abolir o fuso horário deste planeta. Ver se começamos a ver os Óscares a horas decentes.
Ah, e os comentadores da TVI já se calavam.
Ah, e os comentadores da TVI já se calavam.
sexta-feira, fevereiro 23, 2007
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Porque o nosso Carnaval é com matrafonas e não com plumas.
Os portugueses não são dotados para festejar o Carnaval 'à la' Brasil. Em primeiro lugar, lá está calor. Aqui não. Lá, faz sentido andar semi-nu pelas ruas a dançar. Cá, não faz sentido dar entrada no hospital com uma hipotermia subaguda.
Se querem desfilar pela rua a dançar, vão às Marchas Populares. Pronto, as 'vistas' podem não ser tão boas; acredito que ver uma tipa semi-nua a cantar 'Meu amigo Charlie Brown...' e a abanar a 'bunda' como se não houvesse amanhã seja bem mais excitante do que ver uma tipa com um vestido de renda a cantar 'Lá vai Lisboa...' e a segurar um arame envolto em papel-crepe. Mas ao menos está calor e há comida, sendo essa a segunda razão pela qual não faz sentido festejar o Carnaval brasileiro. Não há comida tradicional. Ao menos nas Marchas, podemos comer tudo o que conseguirmos colocar num assador.
E beber até que as 'vistas' tirem as roupas.
Se querem desfilar pela rua a dançar, vão às Marchas Populares. Pronto, as 'vistas' podem não ser tão boas; acredito que ver uma tipa semi-nua a cantar 'Meu amigo Charlie Brown...' e a abanar a 'bunda' como se não houvesse amanhã seja bem mais excitante do que ver uma tipa com um vestido de renda a cantar 'Lá vai Lisboa...' e a segurar um arame envolto em papel-crepe. Mas ao menos está calor e há comida, sendo essa a segunda razão pela qual não faz sentido festejar o Carnaval brasileiro. Não há comida tradicional. Ao menos nas Marchas, podemos comer tudo o que conseguirmos colocar num assador.
E beber até que as 'vistas' tirem as roupas.
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