Só para dizer que este blog não morreu e tal.
Coiso.
Um blog para todos dominar, um blog para os encontrar, um blog para a todos prender e nas trevas reter.
sábado, junho 30, 2007
sexta-feira, junho 22, 2007
"Don't you judge me!"
Sim, eu gosto desta banda. Sim, eles foram à Eurovisão e isso não abona a favor deles. Sim, o vocalista é um bocado... hum... alegre. Sim, ele tem uma foto no MySpace dele com um fato de leopardo.
[The Ark - Clamour for Glamour]
Eu cá gosto.
[The Ark - Clamour for Glamour]
Eu cá gosto.
domingo, junho 10, 2007
És grande, português!
Agradeço a visita de quem procurava um video porno de maria elisa mas infelizmente, essa pérola não se encontra neste blog.
Ainda.
Ainda.
Full House!
Serei só eu a única pessoa que, ao ouvir a expressão "jogo de banho", visualiza o quadro dos cães a jogar poker mas com lençóis turcos?
sábado, junho 09, 2007
Um pequeno teste, parte dois.
Eu cá bem me parecia que tinha imensa gente de Aveiro a ler-me o blog.
E os outros, de onde são?
E os outros, de onde são?
terça-feira, junho 05, 2007
Um pequeno teste...
Levantem-se as pessoas de Aveiro que visitam este blog.
(... que é como quem diz, deixem a vossa marca nos comentários).
(... que é como quem diz, deixem a vossa marca nos comentários).
domingo, junho 03, 2007
sábado, maio 26, 2007
Eu Dino, Eucalipto
Em resposta aos comentários do último post que afirmavam tratar-se de uma piada de mau gosto, publico aqui a lista de piadas que tenho sobre o assunto (quando têm um link, significa que são da autoria desse autor. A do título é deste senhor.):
"Olha que eucalipto tão giro. Vamos ver de perto."
"Cuidado com o eucalip-*CRASH!*"
"Nunca sei qual é o pedal do travão."
"Hoje desejo abraçar a natureza."
"Aposto que vou contra aquela árvore e sobrevivo."
Diz não aos eucaliptos.
"Queres ver esta manobra?"
"O eucalipto vai desviar-se."
"Olha um gajo. Vou atropelá-lo."
"Aquele semáforo não está a funcionar."
"Será que se eu não for contra aquela árvore, ela existe?"
"Mas o volante tinha de encravar agora?"
"Olhos na estrada, olhos na estrada!!"
"Para mim tanto me faz
que estejas vivo ou a descansar em paz..."
"Como é que se vira à direita?"
"O eucalipto tinha prioridade."
"A-one, two, a-one, two, TREE!!"
"Vou apanhar um atalho."
"Pelo eucalipto é mais rápido."
A bebida preferida do Dino era o EucaLipton Ice Tea.
A família do Dino não recebeu dinheiro do seguro, mas já tem lenha para um ano.
Conversa de eucaliptos: "Veio um gajo contra mim e nem me pediu desculpa. Ainda me tentei desviar..."
O Dino está em todas. Quer dizer, agora já não.
Detergente Dino: agora com aroma a eucalipto.
"MADEIRA!!!!!"
Curioso com um outro Dino, o Dino Meira, tem uma música chamada "Tem cuidado nas estradas a guiar".
"Dizem que estes airbags são do melhor, 'bora lá ver isso."
"I'm a lumberjack and that's ok..."
"MORTE AOS EUCALIPTOS!"
Ouvi dizer que os eucaliptos têm uma batida do caraças.
Seria lindo se após o acidente aparecesse uma placa a dizer "Por favor não vazar lixo ou entulho aqui".
"Olha que eucalipto tão giro. Vamos ver de perto."
"Cuidado com o eucalip-*CRASH!*"
"Nunca sei qual é o pedal do travão."
"Hoje desejo abraçar a natureza."
"Aposto que vou contra aquela árvore e sobrevivo."
Diz não aos eucaliptos.
"Queres ver esta manobra?"
"O eucalipto vai desviar-se."
"Olha um gajo. Vou atropelá-lo."
"Aquele semáforo não está a funcionar."
"Será que se eu não for contra aquela árvore, ela existe?"
"Mas o volante tinha de encravar agora?"
"Olhos na estrada, olhos na estrada!!"
"Para mim tanto me faz
que estejas vivo ou a descansar em paz..."
"Como é que se vira à direita?"
"O eucalipto tinha prioridade."
"A-one, two, a-one, two, TREE!!"
"Vou apanhar um atalho."
"Pelo eucalipto é mais rápido."
A bebida preferida do Dino era o EucaLipton Ice Tea.
A família do Dino não recebeu dinheiro do seguro, mas já tem lenha para um ano.
Conversa de eucaliptos: "Veio um gajo contra mim e nem me pediu desculpa. Ainda me tentei desviar..."
O Dino está em todas. Quer dizer, agora já não.
Detergente Dino: agora com aroma a eucalipto.
"MADEIRA!!!!!"
Curioso com um outro Dino, o Dino Meira, tem uma música chamada "Tem cuidado nas estradas a guiar".
"Dizem que estes airbags são do melhor, 'bora lá ver isso."
"I'm a lumberjack and that's ok..."
"MORTE AOS EUCALIPTOS!"
Ouvi dizer que os eucaliptos têm uma batida do caraças.
Seria lindo se após o acidente aparecesse uma placa a dizer "Por favor não vazar lixo ou entulho aqui".
segunda-feira, maio 21, 2007
quarta-feira, maio 16, 2007
segunda-feira, maio 14, 2007
Mas porquê?!
Cada vez que tenho uma personagem favorita num livro, num filme ou numa série, ela morre.
Grr...
Grr...
quarta-feira, maio 09, 2007
(8) "Onde eu nasci, onde eu cresci, / É mais molhado, eu sou vidrado por tudo aqui..." (8)
sexta-feira, maio 04, 2007
Dias 25 e 26 de Maio
Atentai nisto:

NA: Alguém me dá boleia?

Micro porque, tal como sumo concentrado, é embalado num pequeno invólucro e contém pura polpa de BD.Mais informações no site oficial e no blog.
Este festival tem um conteúdo considerável dentro de uma janela de tempo relativamente pequena. Com uma forte componente cultural e simultaneamente festiva, este evento, eclético no âmbito da Ilustração e da Arte da Banda Desenhada, nasceu para ser diferente!
NA: Alguém me dá boleia?
Categorias:
A Dupla Personalidade,
Participações especiais
terça-feira, maio 01, 2007
domingo, abril 29, 2007
"Thou shalt not make repetitive generic music"
Dan Le Sac vs. Scroobius Pip - Thou Shalt Always Kill (2007)
segunda-feira, abril 23, 2007
Visão apocalíptica.
Um exército de criancinhas...
...lideradas pelo José Carlos Malato...
...marchando ao som de Simply Red.
Se isto não vos causa pelo menos um pequeno arrepio na espinha, vocês não são humanos.
...lideradas pelo José Carlos Malato...
...marchando ao som de Simply Red.
Se isto não vos causa pelo menos um pequeno arrepio na espinha, vocês não são humanos.
quinta-feira, abril 19, 2007
segunda-feira, abril 16, 2007
"Ai, que se me acabou o espaço pa' escrever!"
No site da RTP:
UM POST-IT?!?! Como é que eles esperam encontrar um Post-it desaparecido? E o que poderá estar escrito num Post-It que seja incriminatório?
Tribunal de Felgueiras quer PJ a investigar documentos desaparecidos
Na última sessão, realizada sexta-feira, o juiz-presidente do Colectivo de Juízes, José Castro solicitou ao funcionário judicial que assessora o julgamento, que procurasse nas instalações do Tribunal uma pasta, um «post-it» e outros documentos que faltam no processo.
Se os papéis não forem encontrados, o que até hoje não aconteceu, o juiz vai chamar a PJ para que esta averigúe se os mesmos foram retirados voluntariamente do processo.
UM POST-IT?!?! Como é que eles esperam encontrar um Post-it desaparecido? E o que poderá estar escrito num Post-It que seja incriminatório?
sábado, abril 14, 2007
Sentido sem Post #13
Garfos esperam. Facas também. Assim como colheres de sobremesa, pratos, copos, guardanapos, cadeiras, mesas e um grupo de pessoas no exterior do restaurante. O mundo inteiro parece estar em suspenso. À espera.
- Telefona-lhe.
- Já estou farto de tentar. Ele não atende.
- Experimenta outra vez.
E um garfo começa a ficar impaciente.
- Está a chamar.
Pausa.
- 'Tou? Então, pá? Por onde andas? 'Tamos todos aqui à tua espera!
Outra pausa.
- 'Tás-me a gozar! Não, pronto, 'tá bem. Fica para a próxima.
- Então?
- Pessoal, podemos ir comer. O Godot não vem.
- Telefona-lhe.
- Já estou farto de tentar. Ele não atende.
- Experimenta outra vez.
E um garfo começa a ficar impaciente.
- Está a chamar.
Pausa.
- 'Tou? Então, pá? Por onde andas? 'Tamos todos aqui à tua espera!
Outra pausa.
- 'Tás-me a gozar! Não, pronto, 'tá bem. Fica para a próxima.
- Então?
- Pessoal, podemos ir comer. O Godot não vem.
sexta-feira, abril 13, 2007
segunda-feira, abril 09, 2007
Olha q'isto...
Desde quando é que se deseja Boa Páscoa a toda a gente como se não houvesse amanhã?
Mas isto é o Natal ou quê?
Mas isto é o Natal ou quê?
quarta-feira, abril 04, 2007
Informática quântica.
Será que um link continua a direccionar para determinado site mesmo quando ninguém clica nele?
segunda-feira, abril 02, 2007
"Corações de Mel", Acto I
[Todo o diálogo neste texto é para ser lido com sotaque brasileiro.]
P - Ó Florivaldo, como eu amo você!
F - Eu também amo muito você, Pancrácia! Mas nosso amor está condenado.
P - Não diga isso, meu amor!
F - Digo sim, meu amor. Você não sabe, você não imagina...
P - Ó meu amor, eu bem sei que nossos pais não aprovam nossa relação, mas-
F - Ó meu amor, eu descobri a razão dessa desaprovação. Meu amor, a verdade é terrível. Este segredo vai mudar sua vida... para sempre!
P - Ó meu amor...
F - A razão pela qual não podemos ficar juntos, meu amor... é porque... é porque nossos pais... são IRMÃOS!
P - Todos eles, meu amor?
F - Sim, meu amor. Não só nós somos primos, como somos fruto de relações incestuosas.
P - Não!
F - Mas ainda há mais, meu amor.
P - Ó meu amor, meu coração se parte em mil pedaços!
F - Você também precisa saber que sua mãe... sua mãe... é UM HOMEM!
P - Ó não!
F - Mas ainda há mais, meu amor. Venâncio, o homem que disputa comigo seu coração é seu irmão...
P - Ó...
F - ... e MEU TIO!
F - E Cândida, a empregada idosa e leal, É SUA FILHA!
F - E EU ESTOU ESPERANDO UM FILHO SEU!
[Pancrácia desmaia, bate com o dedo mindinho na esquina da mesa de jantar, entra em coma e fica cega.]
Narrador - Pacrácia não aguenta a verdade! Mas nem todos os segredos foram revelados! Quem matou Cassandra? O que esconde Maurício debaixo do colchão? E será Marlene de fato paralítica? Não perca próximo episódio de 'Corações de Mel'!
P - Ó Florivaldo, como eu amo você!
F - Eu também amo muito você, Pancrácia! Mas nosso amor está condenado.
P - Não diga isso, meu amor!
F - Digo sim, meu amor. Você não sabe, você não imagina...
P - Ó meu amor, eu bem sei que nossos pais não aprovam nossa relação, mas-
F - Ó meu amor, eu descobri a razão dessa desaprovação. Meu amor, a verdade é terrível. Este segredo vai mudar sua vida... para sempre!
P - Ó meu amor...
F - A razão pela qual não podemos ficar juntos, meu amor... é porque... é porque nossos pais... são IRMÃOS!
P - Todos eles, meu amor?
F - Sim, meu amor. Não só nós somos primos, como somos fruto de relações incestuosas.
P - Não!
F - Mas ainda há mais, meu amor.
P - Ó meu amor, meu coração se parte em mil pedaços!
F - Você também precisa saber que sua mãe... sua mãe... é UM HOMEM!
P - Ó não!
F - Mas ainda há mais, meu amor. Venâncio, o homem que disputa comigo seu coração é seu irmão...
P - Ó...
F - ... e MEU TIO!
F - E Cândida, a empregada idosa e leal, É SUA FILHA!
F - E EU ESTOU ESPERANDO UM FILHO SEU!
[Pancrácia desmaia, bate com o dedo mindinho na esquina da mesa de jantar, entra em coma e fica cega.]
Narrador - Pacrácia não aguenta a verdade! Mas nem todos os segredos foram revelados! Quem matou Cassandra? O que esconde Maurício debaixo do colchão? E será Marlene de fato paralítica? Não perca próximo episódio de 'Corações de Mel'!
quarta-feira, março 28, 2007
"Revista-mos!"
A pedido, publico aqui um mail que enviei há pouco tempo.
[Abre a cortina. Entram duas mulheres. Uma é a Maria João Abreu e a outra aquela tipa que entrou nos Malucos do Riso e ninguém sabe o nome. Na cabeça, uma enverga uma miniatura da Ponte Vasco da Gama e a outra, uma miniatura da Ponte 25 de Abril. De frente para o público.]
LN - Eu sou a Lisboa Nova!
LV - E eu sou a Lisboa Velha! E nos próximos 10 minutos, num tom de voz histérico e esganiçado, vamos demonstrar o desprezo que temos uma pela outra, enquanto fazemos esta dança estúpida de dar um passo à frente, outro atrás, ao mesmo tempo que seguramos a anca com as duas mãos, abanando-a como se não houvesse amanhã.
[Entra Zé Povinho. Palmas por parte do público porque é a Rita Ribeiro e onde quer que ela entre, mesmo que seja numa casa-de-banho, ela recebe uma salva de palmas.]
ZP – [ergue os braços] Meninas, meninas, não se zanguem.
LN – Não se zanguem?! Esta serigaita é que não se cala!
LV – Tens a mania que és esperta e muito culta!
LN – E sou! E sou! Sou culta e bonita, que já é mais do que se pode dizer de ti.
ZP – [ainda de braços no ar] Vá lá, meninas. Então? Vocês podem coexistir.
LN – Eu?!?! Coexistir com essa antiguidade?
LV – Antiguidade?!! Homessa! Pois fica a saber que ser velho implica ter sabedoria!
LN – Tu tens é pó!
LV – E tu tens é inveja!
ZP – [ainda, incrivelmente, de braços no ar] Vá lá, meninas, dêem-se bem!
LN – Inveja, eu?! Deus me livre. Eu cá sou o futuro, o progresso. Ninguém quer saber do passado!
LV – Pois o passado tem a história, a tradição, a saudade!
LN – O passado já tem é teias de aranha!
LV – Teias de aranha tens tu e é num sítio que eu cá sei!
[Após este innunendo, a discussão continua por mais de 20 minutos, ao contrário dos 10 previamente anunciados. Pelo meio, alguém diz 'merda' e o público fica em êxtase. Por fim, não se chega a conclusão nenhuma e acaba por ficar apenas em palco Zé Povinho, que entretanto baixou os braços.]
ZP - Isto anda tudo marado. A vida é injusta, não é? Uns têm tudo e outros não têm nada. E nenhum deles tem tempo para vir ao teatro. [olhos humedecidos] A revista está a morrer. Já ninguém se interessa. [Braços ao alto, novamente. Única lágrima a correr pela face direita, enquanto desbota a maquilhagem.] SALVEM O PARQUE MAYER!
[Música. Entram bailarinos com arcos de papel-machê e manjericos.]
É a revista, é a revista
À portuguesa!
Vamos lá então,
Ao teatro, porque não?
A seguir à sobremesa.
[Bailarinos serpenteiam pelo palco. Zé Povinho chega-se à frente do palco. Texto meio falado, meio cantado.]
Este Portugal
Sofre de um grande mal
Está de pernas para o ar
Até o maior português é o Salazar.
Não há trabalho nem dinheiro
(o Sócrates nem é engenheiro!)
O melhor é para Espanha emigrar.
[Zé Povinho faz manguito. Fecha cortina. Espectáculo repete de três em três domingos na TVI.]
[Abre a cortina. Entram duas mulheres. Uma é a Maria João Abreu e a outra aquela tipa que entrou nos Malucos do Riso e ninguém sabe o nome. Na cabeça, uma enverga uma miniatura da Ponte Vasco da Gama e a outra, uma miniatura da Ponte 25 de Abril. De frente para o público.]
LN - Eu sou a Lisboa Nova!
LV - E eu sou a Lisboa Velha! E nos próximos 10 minutos, num tom de voz histérico e esganiçado, vamos demonstrar o desprezo que temos uma pela outra, enquanto fazemos esta dança estúpida de dar um passo à frente, outro atrás, ao mesmo tempo que seguramos a anca com as duas mãos, abanando-a como se não houvesse amanhã.
[Entra Zé Povinho. Palmas por parte do público porque é a Rita Ribeiro e onde quer que ela entre, mesmo que seja numa casa-de-banho, ela recebe uma salva de palmas.]
ZP – [ergue os braços] Meninas, meninas, não se zanguem.
LN – Não se zanguem?! Esta serigaita é que não se cala!
LV – Tens a mania que és esperta e muito culta!
LN – E sou! E sou! Sou culta e bonita, que já é mais do que se pode dizer de ti.
ZP – [ainda de braços no ar] Vá lá, meninas. Então? Vocês podem coexistir.
LN – Eu?!?! Coexistir com essa antiguidade?
LV – Antiguidade?!! Homessa! Pois fica a saber que ser velho implica ter sabedoria!
LN – Tu tens é pó!
LV – E tu tens é inveja!
ZP – [ainda, incrivelmente, de braços no ar] Vá lá, meninas, dêem-se bem!
LN – Inveja, eu?! Deus me livre. Eu cá sou o futuro, o progresso. Ninguém quer saber do passado!
LV – Pois o passado tem a história, a tradição, a saudade!
LN – O passado já tem é teias de aranha!
LV – Teias de aranha tens tu e é num sítio que eu cá sei!
[Após este innunendo, a discussão continua por mais de 20 minutos, ao contrário dos 10 previamente anunciados. Pelo meio, alguém diz 'merda' e o público fica em êxtase. Por fim, não se chega a conclusão nenhuma e acaba por ficar apenas em palco Zé Povinho, que entretanto baixou os braços.]
ZP - Isto anda tudo marado. A vida é injusta, não é? Uns têm tudo e outros não têm nada. E nenhum deles tem tempo para vir ao teatro. [olhos humedecidos] A revista está a morrer. Já ninguém se interessa. [Braços ao alto, novamente. Única lágrima a correr pela face direita, enquanto desbota a maquilhagem.] SALVEM O PARQUE MAYER!
[Música. Entram bailarinos com arcos de papel-machê e manjericos.]
É a revista, é a revista
À portuguesa!
Vamos lá então,
Ao teatro, porque não?
A seguir à sobremesa.
[Bailarinos serpenteiam pelo palco. Zé Povinho chega-se à frente do palco. Texto meio falado, meio cantado.]
Este Portugal
Sofre de um grande mal
Está de pernas para o ar
Até o maior português é o Salazar.
Não há trabalho nem dinheiro
(o Sócrates nem é engenheiro!)
O melhor é para Espanha emigrar.
[Zé Povinho faz manguito. Fecha cortina. Espectáculo repete de três em três domingos na TVI.]
terça-feira, março 27, 2007
Premonição.
in www.teatropoliteama.net/politeama:
Eu juro que quando escrevi isto, não sabia que o La Féria ia mesmo fazer uma adaptação do Jesus Cristo Superstar. Eu juro!
Jesus Cristo Superstar
O Musical de Filipe La Féria no Teatro Rivoli
Grande Audição para cantores / actores
Dia 29 de Março 2007
Eu juro que quando escrevi isto, não sabia que o La Féria ia mesmo fazer uma adaptação do Jesus Cristo Superstar. Eu juro!
E toma lá uma camisolinha da Tommy para não dizeres que não vais daqui.
Há uns tempos, escrevi isto no blog:
Ao que um(a) comentador(a) anónimo/a disse:
Querido/a anónimo/a:
Desde já, agradeço a tua visita a este estúpido blog. Saber que aqui chegaste através de uma procura no Google por “Andreia Elisabete”, fez-me perceber a quão valiosa é a minha privacidade.
Gostava de te perguntar qual o significado de “humildade”, porque não encontrei essa palavra no meu dicionário. Nessa página, só lá estava “humor”. E por falar em dicionário, aconselho-te a procurar lá uma palavra: “coragem”. Coragem para dar a cara, ou neste caso o nome, por aquilo que defendes.
Espero que a Andreia seja, de facto, mais feliz que eu, apesar de, após a satisfação que tive em responder ao teu comentário, eu achar isso bastante difícil.
Beijinho bom (mas ao de longe porque és pobre e eu não gosto dessa gentalha)
Joana Filipa
Se me chamasse Andreia Elisabete e visse que ia passar o resto da minha vida em Cernadelo, eu quereria voltar para os meus pais adoptivos.
Ao que um(a) comentador(a) anónimo/a disse:
que coisa mais estúpida que fui encontrar numa pesquisa no Google. mais uma tia com horror a pobres...
concerteza que a pequena Andreia será muito mais feliz que você, que certamente não sabe nem lida bem com humildade.
que pena tenho de si!
espero que nesta vida onde nem tudo é dinheiro, aprenda o que é realmente ser feliz, Joana...
Querido/a anónimo/a:
Desde já, agradeço a tua visita a este estúpido blog. Saber que aqui chegaste através de uma procura no Google por “Andreia Elisabete”, fez-me perceber a quão valiosa é a minha privacidade.
Gostava de te perguntar qual o significado de “humildade”, porque não encontrei essa palavra no meu dicionário. Nessa página, só lá estava “humor”. E por falar em dicionário, aconselho-te a procurar lá uma palavra: “coragem”. Coragem para dar a cara, ou neste caso o nome, por aquilo que defendes.
Espero que a Andreia seja, de facto, mais feliz que eu, apesar de, após a satisfação que tive em responder ao teu comentário, eu achar isso bastante difícil.
Beijinho bom (mas ao de longe porque és pobre e eu não gosto dessa gentalha)
Joana Filipa
segunda-feira, março 26, 2007
Ah, português!
Notas soltas sobre os "Grande Portugueses":
1. Quanto aos bonecos de cera, o do Pessoa parecia o Manuel Luís Goucha nos tempos em que este usava bigode; o de D. Afonso Henriques mostrava a sua grandiosa colecção de caricas, e o de Salazar parecia o Joel Branco de chapéu.
2. Ficou provado que Maria Elisa não é capaz de dizer um endereço de um site, ao dizer rtp.www.pt.
3. A indirecta de Maria Elisa, ainda antes de divulgarem os resultados, ao dizer que "há 50 anos, esta iniciativa não teria sido possível", mostrou logo quem seria o vencedor.
4. Repararam na rapidez com que "Os Grandes Portugueses" após a divulgação dos resultados passou de 'iniciativa séria' a 'concurso' e posteriormente a 'passatempo'?
5. Repararam também no esforço inumano que todos os defensores fizeram ao tentar arrastar Aristides de Sousa Mendes para o primeiro lugar?
6. Não foi bonito ver a Odete Santos a coçar a mama.
7. Citando Salustio, é a primeira vez que Salazar é eleito para alguma coisa.
1. Quanto aos bonecos de cera, o do Pessoa parecia o Manuel Luís Goucha nos tempos em que este usava bigode; o de D. Afonso Henriques mostrava a sua grandiosa colecção de caricas, e o de Salazar parecia o Joel Branco de chapéu.
2. Ficou provado que Maria Elisa não é capaz de dizer um endereço de um site, ao dizer rtp.www.pt.
3. A indirecta de Maria Elisa, ainda antes de divulgarem os resultados, ao dizer que "há 50 anos, esta iniciativa não teria sido possível", mostrou logo quem seria o vencedor.
4. Repararam na rapidez com que "Os Grandes Portugueses" após a divulgação dos resultados passou de 'iniciativa séria' a 'concurso' e posteriormente a 'passatempo'?
5. Repararam também no esforço inumano que todos os defensores fizeram ao tentar arrastar Aristides de Sousa Mendes para o primeiro lugar?
6. Não foi bonito ver a Odete Santos a coçar a mama.
7. Citando Salustio, é a primeira vez que Salazar é eleito para alguma coisa.
domingo, março 25, 2007
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