Um blog para todos dominar, um blog para os encontrar, um blog para a todos prender e nas trevas reter.
sexta-feira, abril 11, 2008
Ó para o meu pensinho no dedo.
Só para dizer que há pouco me cortei ao tentar abrir uma caixa de bolachas do Minipreço. E agora vou ali preparar uma tigela de cereais e tentar não incendiar a casa.
quinta-feira, abril 03, 2008
"Ó mãe! Ó mãe! Olha aqui eu nas Internets!"
Ok, é verdade que não escrevo há bastante tempo neste blog. E apesar de garantir a mim mesma que é falta de ideias, a verdade é que ando muito preguiçosa. Portanto, vou apenas divagar um bocado sobre aquilo que me apetecer. Não prometo que seja humorístico.
Sei que já passou um tempo e o assunto já esmoreceu um pouco, mas gostava de falar sobre o malfadado vídeo da aluna que agrediu a professora numa escola secundária do Porto.
Na minha opinião, aquilo é nada mais que uma falta de respeito por parte da aluna. Toda a gente sabe que adolescentes de quinze anos se estão completamente marimbando para as regras da sala de aula. Atender o telemóvel numa aula é actualmente um comportamento (infelizmente) normal dos alunos. Confiscar o telemóvel é o comportamento normal do professor. Levantar-se e praticamente agredir a professora, gritando-lhe, exigindo-lhe que lhe devolva o telemóvel é o comportamento normal de uma miúda mimada de três anos a quem as pessoas que a educaram nunca ensinaram o que é respeito. Mas ela não está sozinha na sala. Os colegas riem-se. Riem-se porque significa que estão a vencer autoridade e isso alimenta-lhes o ego rebelde, característico da adolescência. E até filmam. Mas isso é só porque vai ser buédafixe ver a “velha a cair”.
É importante também salientar que pouca gente conhece o verdadeiro contexto daquela situação. Para todos os efeitos, a professora também pode ter culpa no cartório. Aliás, até pode acontecer a professora nunca ter sabido impor autoridade sobre aquela turma – o que é grave em turmas daqueles anos (sei isto de experiência própria: também tive uma professora de Físico-Química no 8º ano que não tinha qualquer autoridade sobre nós – e nós, como normais adolescentes de 13 e 14 anos, bem que lhe fazíamos a vida negra). Mas esse facto não desculpa de maneira nenhuma as acções da aluna.
E em todos os canais de televisão, surgem os analistas e os psicólogos em filinha indiana, prontos a dar a sua intelectualizada opinião. A maioria parece culpar as chamadas novas tecnologias. Pois claro. E vá lá, que a violência nos videojogos ficou impune. Esse monstro que a imprensa muito gosta de alimentar nestes casos, desta vez, ficou a ver outro fenómeno arcar com as culpas.
A situação é grave. A violência nas escolas é um fenómeno recorrente. Todos temos de reflectir nele e pensar seriamente em medidas viáveis que possam solucionar o problema. Sim, porque a transferência da aluna para uma outra escola não é solução viável. É o mesmo que atirar o lixo para o quintal do vizinho, só porque dá trabalho atravessar a rua para o ir pôr no contentor.
Mas enfim (e sim, vou parar de escrever que entretanto isto já está a ficar compridinho e até chato), isto sou eu a falar do conforto do meu sofá (vá, cadeira da secretária). Que isto dos problemas dos outros, já dizia o outro, resolvem-se com uma palmadinha nas costas. Ainda que este, na minha opinião, se resolvesse com um par de tabefes (mas não pode ser da professora, porque senão depois vêm os paizinhos e é o “ai meu deus, que a professora agrediu a minha filha!”).
E a verdade é que um simples vídeo do YouTube, provavelmente transformado num daqueles “forwards” que as pessoas que nada têm para fazer mandam a todos os seus contactos, foi parar à caixa de correio electrónico de um qualquer funcionário da RTP/SIC/TVI. E de repente, a violência nas escolas surge como o tema do momento, como se nunca antes tivesse existido e fosse a maior novidade do mundo. Logo, se contactam os responsáveis que garantem que vão ser tomadas medidas, que vão ser instalados inquéritos, apuradas responsabilidades.
Mas entretanto o corpo da Maddie é encontrado ou o Cristiano Ronaldo encontra uma nova namorada e a história da miúda do Porto que gritou com a professora deixa de vender.
E fica tudo na mesma.
Nota de rodapé: E sabem o que me entristece mais? Mais do que a gravidade desta situação, mais do que a inaptidão do governo em resolver o problema da violência escolar (porque admitamos, ela sempre existirá), é que facilmente imagino, daqui a uns anos, um homem feito a virar-se para um seu amigo e dizer orgulhosamente: “Lembras-te daquele vídeo que andou nos telejornais há uns anos de uma aluna a agredir uma professora e a gritar para lhe dar o telemóvel? Fui eu que filmei.”
Sei que já passou um tempo e o assunto já esmoreceu um pouco, mas gostava de falar sobre o malfadado vídeo da aluna que agrediu a professora numa escola secundária do Porto.
Na minha opinião, aquilo é nada mais que uma falta de respeito por parte da aluna. Toda a gente sabe que adolescentes de quinze anos se estão completamente marimbando para as regras da sala de aula. Atender o telemóvel numa aula é actualmente um comportamento (infelizmente) normal dos alunos. Confiscar o telemóvel é o comportamento normal do professor. Levantar-se e praticamente agredir a professora, gritando-lhe, exigindo-lhe que lhe devolva o telemóvel é o comportamento normal de uma miúda mimada de três anos a quem as pessoas que a educaram nunca ensinaram o que é respeito. Mas ela não está sozinha na sala. Os colegas riem-se. Riem-se porque significa que estão a vencer autoridade e isso alimenta-lhes o ego rebelde, característico da adolescência. E até filmam. Mas isso é só porque vai ser buédafixe ver a “velha a cair”.
É importante também salientar que pouca gente conhece o verdadeiro contexto daquela situação. Para todos os efeitos, a professora também pode ter culpa no cartório. Aliás, até pode acontecer a professora nunca ter sabido impor autoridade sobre aquela turma – o que é grave em turmas daqueles anos (sei isto de experiência própria: também tive uma professora de Físico-Química no 8º ano que não tinha qualquer autoridade sobre nós – e nós, como normais adolescentes de 13 e 14 anos, bem que lhe fazíamos a vida negra). Mas esse facto não desculpa de maneira nenhuma as acções da aluna.
E em todos os canais de televisão, surgem os analistas e os psicólogos em filinha indiana, prontos a dar a sua intelectualizada opinião. A maioria parece culpar as chamadas novas tecnologias. Pois claro. E vá lá, que a violência nos videojogos ficou impune. Esse monstro que a imprensa muito gosta de alimentar nestes casos, desta vez, ficou a ver outro fenómeno arcar com as culpas.
A situação é grave. A violência nas escolas é um fenómeno recorrente. Todos temos de reflectir nele e pensar seriamente em medidas viáveis que possam solucionar o problema. Sim, porque a transferência da aluna para uma outra escola não é solução viável. É o mesmo que atirar o lixo para o quintal do vizinho, só porque dá trabalho atravessar a rua para o ir pôr no contentor.
Mas enfim (e sim, vou parar de escrever que entretanto isto já está a ficar compridinho e até chato), isto sou eu a falar do conforto do meu sofá (vá, cadeira da secretária). Que isto dos problemas dos outros, já dizia o outro, resolvem-se com uma palmadinha nas costas. Ainda que este, na minha opinião, se resolvesse com um par de tabefes (mas não pode ser da professora, porque senão depois vêm os paizinhos e é o “ai meu deus, que a professora agrediu a minha filha!”).
E a verdade é que um simples vídeo do YouTube, provavelmente transformado num daqueles “forwards” que as pessoas que nada têm para fazer mandam a todos os seus contactos, foi parar à caixa de correio electrónico de um qualquer funcionário da RTP/SIC/TVI. E de repente, a violência nas escolas surge como o tema do momento, como se nunca antes tivesse existido e fosse a maior novidade do mundo. Logo, se contactam os responsáveis que garantem que vão ser tomadas medidas, que vão ser instalados inquéritos, apuradas responsabilidades.
Mas entretanto o corpo da Maddie é encontrado ou o Cristiano Ronaldo encontra uma nova namorada e a história da miúda do Porto que gritou com a professora deixa de vender.
E fica tudo na mesma.
Nota de rodapé: E sabem o que me entristece mais? Mais do que a gravidade desta situação, mais do que a inaptidão do governo em resolver o problema da violência escolar (porque admitamos, ela sempre existirá), é que facilmente imagino, daqui a uns anos, um homem feito a virar-se para um seu amigo e dizer orgulhosamente: “Lembras-te daquele vídeo que andou nos telejornais há uns anos de uma aluna a agredir uma professora e a gritar para lhe dar o telemóvel? Fui eu que filmei.”
terça-feira, abril 01, 2008
domingo, março 09, 2008
Pernas para que vos quero!
Cavaco e Lula celebram 200 anos da chegada da família real
O presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, participam neste sábado da sessão solene de comemoração dos 200 anos da transferência da corte portuguesa para o Brasil, que acontece no Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro.
in Lusa
"Transferência da corte portuguesa para o Brasil" é a expressão politicamente correcta para "Chiça! Vamos mas é dar à sola que vêm aí os franceses!", ou, se a quisermos adaptar para os tempos de hoje, "Chiça! Vou mas é dar à sola que vêm aí os professores."
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
"THUNDERCATS ARE GO!"
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Venham até a mim os descontos.
Finalmente sinto que faço parte do mundo. Já tenho cartão Minipreço. Obrigada.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
A Maddie nas urgências com tranquilidade.
Algo vai mal no mundo da comunicação social quando fico uma semana inteira sem ver telejornais, ler jornais ou ouvir rádio e quando volto, as notícias são exactamente as mesmas da semana anterior.
(Ok, já percebemos, acusar os pais da Maddie foi uma atitude precipitada, estão urgências a fechar por todo o país e o Sporting perdeu. E que tal deixar de constatar o óbvio e passar às notícias a sério?)
(Ok, já percebemos, acusar os pais da Maddie foi uma atitude precipitada, estão urgências a fechar por todo o país e o Sporting perdeu. E que tal deixar de constatar o óbvio e passar às notícias a sério?)
quarta-feira, janeiro 30, 2008
O pior acordar do mundo.
A propósito do passatempo que o Nuno Markl anda a promover (em suma, é necessário fazer um vídeo relatando a pior maneira de acordar a fim de ganhar um despertador todo xpto da Philips), eis a participação do Luís Belo conjuntamente com a mui estimada autora deste cantinho blogosférico:
domingo, janeiro 27, 2008
Este blog detesta-me.
Era uma vez um blog cuja autora se esqueceu de preparar alguma coisa para celebrar o seu terceiro aniversário. Fim.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Eu não acredito em publicidades estúpidas, mas que as há, há.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Grita bem altos.
A quem conhecer a pessoa que disse que era uma boa ideia passar os novos anúncios da Optimus três vezes por intervalo:
Batam-lhe. Com paus. E pedras. E depois queimem-no vivo. E depois usem um desfibrilador para o ressuscitar e matem-no outra vez de uma forma mais dolorosa e criativa.
Repitam as vezes necessárias.
[Eles estão a fazer-me ficar farta de uma das minhas bandas favoritas - Shout Out Louds - de tanta vez ouvir a música. Parvos. Era os cinco utilizadores deles mudarem de rede a ver.]
Batam-lhe. Com paus. E pedras. E depois queimem-no vivo. E depois usem um desfibrilador para o ressuscitar e matem-no outra vez de uma forma mais dolorosa e criativa.
Repitam as vezes necessárias.
[Eles estão a fazer-me ficar farta de uma das minhas bandas favoritas - Shout Out Louds - de tanta vez ouvir a música. Parvos. Era os cinco utilizadores deles mudarem de rede a ver.]
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Ainda faltam três semanas mas...
... alguém tem sugestões ou ideias para comemorar o terceiro aniversário d'O da Joana?
quarta-feira, dezembro 26, 2007
A Ana Faria é que sabe.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.São os anos dela, do primo, o dia do pai e da mãe.
É o alegre Carnaval e a Páscoa a seguir,
são os santos populares e o mais que está para vir.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.
E se o Natal custa a chegar, pergunta ao pai e à mãe
se Dezembro ainda vem longe e quando vão comprar
o pinheiro para pôr na sala com sinos a brilhar.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.
Mas a festa de que mais gosta (já disse ao pai e à mãe)
É essa, a do sapatinho que se enche de prendas,
jogos, livros e bonecas vestidas com rendas.
A Joana gosta das festas e nem achava mal
que todos os dias do ano fossem sempre Natal.
[Ana Faria - Joana (Adaptado da "Barcarola" dos Contos de Hoffman de Offenbach)]
domingo, dezembro 16, 2007
Ele desafiou-me. II
Mas eu já sei que sou parva. Quero é que o mundo saiba que tu também és.
E já agora, o eremitta não sabe escrever 'mesmo'.
E já agora, o eremitta não sabe escrever 'mesmo'.
Isto mudou a minha vida.
Só agora me apercebi que a abreviatura ftw (For The Win) ao contrário é wtf (What The Fuck).
Curioso.
Curioso.
Ele desafiou-me.
Só para dizer que o eremitta é parvo e roubou-me uma potencial ideia para um post de Natal.
A verdade tem muito mais piada que a ficção.
Pergunta: Sabem qual a palavra japonesa para descrever aquele género de homens metrossexuais e mesmo um pouco andrógenos cujo melhor exemplo é o José Castelo Branco?
Resposta: Bishonen.
Juro. Vejam por vocês mesmos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bishonen
A cultura japonesa é fascinante.
Resposta: Bishonen.
Juro. Vejam por vocês mesmos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bishonen
A cultura japonesa é fascinante.
domingo, dezembro 02, 2007
segunda-feira, novembro 19, 2007
Da Júlia Pinheiro e do fim do mundo.
Ter de ver o programa da Júlia Pinheiro faz-me querer atirar a televisão ao chão. As pessoas dizem que são certos e determinados desenhos animados que colocam ideais de violência na mente dos mais novos e sensíveis. Calem-se essas pessoas. Não sabem do que falam. É a Júlia Pinheiro. Ela é que vai ser responsável pelo Massacre de Arrentela, que assim ficará conhecido devido ao mediatismo que irá ter nos meios de comunicação social. É a Júlia Pinheiro a última gota na mente de um rapazinho que, ao não ter televisão por cabo nem Internet, pegará na caçadeira do seu pai e começará a disparar contra tudo o que se mexe como se não houvesse amanhã. O que tecnicamente aconteceria, visto que seria um caso de homicídios em massa barra suicídio. Mas as acções do rapazinho constituem um pecado e, por isso, o rapazinho terá pela frente umas férias permanentes no Inferno. Mas o Inferno é, tal como o nome diz, um inferno. Logo, o rapazinho será condenado a ver o programa da Júlia Pinheiro para toda a eternidade. Até ao dia em que escapará daquele pesadelo e a sua alma vagueará pelo mundo dos vivos, assombrando um outro rapazinho, que tal como ele, também verá a televisão por cabo e a Internet como uma quimera e a quem, cada vez mais, a arma de seu pai parecerá mais desejável. Mas a alma do primeiro rapazinho preveni-lo-á. Preveni-lo-á para que não cometa o mesmo erro que ele.
Se é para matar gente, que comece pela Júlia Pinheiro. Pelo menos assim, ambos os rapazinhos serão poupados a uma eternidade de sofrimento.
Se é para matar gente, que comece pela Júlia Pinheiro. Pelo menos assim, ambos os rapazinhos serão poupados a uma eternidade de sofrimento.
quarta-feira, novembro 14, 2007
"A arte imita a natureza.", Aristóteles
Mail aberto
Caro/a visitante que chegou aqui através da pesquisa no Google por "COMO SE FAX PARA OUTRAS PESSOAS NAO VERES O MEU HI5"
Desde já, quero agradecer a visita a este humilde blog mas é com imensa pena que te informo que a resposta a essa pergunta não se encontra aqui. Apenas te posso direccionar à secção de ajuda do Hi5 e sugerir que arranjes alguém que te traduza, caso necessário. Já agora, se me permites uma outra sugestão, talvez fosse melhor se prestasses mais atenção nas aulas de português, especialmente quando o tema da aula é a conjugação de verbos. E para terminar, gostava só de te pedir que não gritasses.
A Internet não é surda.
Mais uma vez, obrigada pela visita e volta sempre.
Cumprimentos blogosféricos,
Anaoj
Desde já, quero agradecer a visita a este humilde blog mas é com imensa pena que te informo que a resposta a essa pergunta não se encontra aqui. Apenas te posso direccionar à secção de ajuda do Hi5 e sugerir que arranjes alguém que te traduza, caso necessário. Já agora, se me permites uma outra sugestão, talvez fosse melhor se prestasses mais atenção nas aulas de português, especialmente quando o tema da aula é a conjugação de verbos. E para terminar, gostava só de te pedir que não gritasses.
A Internet não é surda.
Mais uma vez, obrigada pela visita e volta sempre.
Cumprimentos blogosféricos,
Anaoj
quinta-feira, novembro 08, 2007
quarta-feira, novembro 07, 2007
Não se encostem a mim. De todo.
Se eu oiço mais alguma vez a nova música do Jorge Palma, eu juro que tiro o cérebro a alguém com uma carica.
segunda-feira, outubro 29, 2007
sábado, outubro 27, 2007
Remover o hardware com segurança.
Aparentemente, sou perita em fazer piadas com anos de atraso.
Já repararam que o primeiro verso da música "The House of the Rising Sun" deixou de fazer sentido após o Katrina?
sexta-feira, outubro 19, 2007
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