Acabou de dar na televisão o anúncio da Leopoldina.
Pronto, é oficialmente Natal.
Um blog para todos dominar, um blog para os encontrar, um blog para a todos prender e nas trevas reter.
quarta-feira, novembro 05, 2008
quarta-feira, outubro 29, 2008
Vou mas é comprar uns novos.
Cada vez mais começo a achar que os headphones são uma espécie de vida alienígena cujo objectivo é destruir a Humanidade, levando os seres humanos à loucura. Não interessa o quão direitos os deixemos, quando voltamos a pegar neles, os fios estão sempre embrulhados. Sempre. E depois há sempre um dos lados que deixa de funcionar. Mas o outro ainda está bom. E não sabemos se havemos de os deitar fora e comprar uns novos ou se os havemos de continuar a utilizar porque na verdade, muitas das vezes, só se usa um dos lados porque se quer continuar a ouvir o que se passa à volta mas depois se se quiser usar os dois é uma chatice porque um não está a funcionar e é estúpido estarmos com os dois nos ouvidos se apenas um está a funcionar mas esperem! ao rodar o fio, de repente há som no phone que não funcionava mas esperem! agora já não há outra vez, porque largámos o fio e bolas! mas esperem, como e que isto estava? e agora mexemos no fio à parva a tentar reencontrar a posição perfeita onde amBOS OS PHONES FUNCIONARÃO E A CERTA ALTURA ESTAMOS COM OS BRAÇOS NO AR E A FAZER O PINO E MESMO ASSIM SÓ FUNCIONA AOS SOLUÇOS E AAAAHHHHHHH!
Acabaram-se as pilhas do leitor.
Acabaram-se as pilhas do leitor.
sábado, outubro 25, 2008
Da geografia de Portugal.
Eu sei perfeitamente identificar Sagres num mapa de Portugal, mas por mais que tente não consigo encontrar Super Bock. Nunca percebi porquê.
(É que até Cintra encontro - ainda que o mapa que estou a utilizar tenha uma gafe e tenha Cintra com "s", mas pronto.)
(É que até Cintra encontro - ainda que o mapa que estou a utilizar tenha uma gafe e tenha Cintra com "s", mas pronto.)
domingo, outubro 19, 2008
Era um Menú Macgyver, se faz favor.
Curioso como o Mcdonald's nunca se lembrou de criar o hambúrger MacGyver. O único hambúrger que as pessoas teriam de fazer elas mesmas, tendo apenas ao dispôr uma vaca, um rolo de fita-cola e um clip.
quarta-feira, setembro 17, 2008
A odisseia de Josélito no País da Farfalhuda #26
Este capítulo é escrito pelo eumesmo, que por motivos técnicos não consegue aceder ao seu blog, daí este capítulo estar publicado aqui.
Capítulos anteriores aqui.
Pelos vistos a telepatia de Lara Li parecia não funcionar com projectores e o espectáculo acabou naquele preciso instante. Zé Tó, chocado, vagueou pelo teatro enquanto o público aplaudia freneticamente o «final apoteótico» que La Féria lhes havia proporcionado (cada um tem o público que merece, temos pena). O nosso pobre herói apenas encontrou o sossego no lugar do ponto, apesar de ter de partilhar o exíguo espaço com dois esqueletos. Cada um com uma etiqueta: «Ponto do Amália» e «La Féria’s Boy Toy 2002». Zé Tó encontrou naquele local o espaço mais acolhedor da sua viagem. Depois de dormir na barriga da Simara qualquer outro local lhe parecia agradável. Ligou o pequeno transístor que trazia sempre consigo no bolso onde também guardava uma bisnaga de lubrificante (as más experiências forçam um rapaz a tornar-se prevenido) e uma fotografia da sua irmã gémea. A irmã que ele procurava desde o início da sua jornada. A verdadeira demanda da sua odisseia. Mas Zé Tó ainda estava em estado de choque. Ter visto a cabeça oval da k.d. lang portuguesa ser esmagada por um projector marcou-o mais do que ele esperava.
Passaram-se anos, passaram-se dezenas de novas produções La Feéricas («Mary Poppins», «101 Dálmatas», «A Dama e o Vagabundo» [Pedro Granger e Mafalda Veiga em destaque], «Carlos Castro – Uma Comédia Musical» ou «Maddie regressa a casa»), passaram-se momentos de convívio entre Zé Tó e os seus companheiros esqueletos. A vida continuava, como uma versão de Robinson Crusoe em cerca de 2 m². Até que (e com Zé Tó sabemos que um «até que» é bem mais do que uma reviravolta, é um Ike narrativo) Zé Tó descobriu qual iria ser a próxima peça em cena no Politeama. Zé Tó não podia continuar a ser a Elizabeth Fritz da Rua das Portas de Santo Antão…
A ODISSEIA VIVE!
Capítulos anteriores aqui.
Capítulo XXVI
Pelos vistos a telepatia de Lara Li parecia não funcionar com projectores e o espectáculo acabou naquele preciso instante. Zé Tó, chocado, vagueou pelo teatro enquanto o público aplaudia freneticamente o «final apoteótico» que La Féria lhes havia proporcionado (cada um tem o público que merece, temos pena). O nosso pobre herói apenas encontrou o sossego no lugar do ponto, apesar de ter de partilhar o exíguo espaço com dois esqueletos. Cada um com uma etiqueta: «Ponto do Amália» e «La Féria’s Boy Toy 2002». Zé Tó encontrou naquele local o espaço mais acolhedor da sua viagem. Depois de dormir na barriga da Simara qualquer outro local lhe parecia agradável. Ligou o pequeno transístor que trazia sempre consigo no bolso onde também guardava uma bisnaga de lubrificante (as más experiências forçam um rapaz a tornar-se prevenido) e uma fotografia da sua irmã gémea. A irmã que ele procurava desde o início da sua jornada. A verdadeira demanda da sua odisseia. Mas Zé Tó ainda estava em estado de choque. Ter visto a cabeça oval da k.d. lang portuguesa ser esmagada por um projector marcou-o mais do que ele esperava.
Passaram-se anos, passaram-se dezenas de novas produções La Feéricas («Mary Poppins», «101 Dálmatas», «A Dama e o Vagabundo» [Pedro Granger e Mafalda Veiga em destaque], «Carlos Castro – Uma Comédia Musical» ou «Maddie regressa a casa»), passaram-se momentos de convívio entre Zé Tó e os seus companheiros esqueletos. A vida continuava, como uma versão de Robinson Crusoe em cerca de 2 m². Até que (e com Zé Tó sabemos que um «até que» é bem mais do que uma reviravolta, é um Ike narrativo) Zé Tó descobriu qual iria ser a próxima peça em cena no Politeama. Zé Tó não podia continuar a ser a Elizabeth Fritz da Rua das Portas de Santo Antão…
A ODISSEIA VIVE!
segunda-feira, setembro 15, 2008
Estação terminal: Santa Azelhice.
Alguém devia dizer aos utentes do Metropolitano de Lisboa que lixar madeira e validar o cartão nos canais de acesso de cada estação não é a mesma coisa.
E já agora, tirar o cartão da mala demora menos tempo que colocarem toda a mala em cima dos leitores azuis e rodarem-na até o cartão passar miraculosamente por cima dos leitores azuis.
E já agora, tirar o cartão da mala demora menos tempo que colocarem toda a mala em cima dos leitores azuis e rodarem-na até o cartão passar miraculosamente por cima dos leitores azuis.
Factos históricos são uns chatos.
Abri o Blogger com intenção de fazer esta piada:
Se o festival da Eurovisão tivesse sido ganho não pelos ABBA mas pela Tonicha, a Meryl Streep estaria neste momento a cantar o Zumba na Caneca.
E se de facto a Tonicha tivesse ido no mesmo ano dos Abba, isto teria tido piada.
Se o festival da Eurovisão tivesse sido ganho não pelos ABBA mas pela Tonicha, a Meryl Streep estaria neste momento a cantar o Zumba na Caneca.
E se de facto a Tonicha tivesse ido no mesmo ano dos Abba, isto teria tido piada.
quarta-feira, junho 04, 2008
Porque aparentemente os preços altos dos combustíveis também afectam este blog.
O preço da gasolina vai aumentar novamente esta noite. A partir da meia-noite, um litro de gasolina custará três barras de ouro, o santo graal e uma perna.
sexta-feira, abril 11, 2008
Ó para o meu pensinho no dedo.
Só para dizer que há pouco me cortei ao tentar abrir uma caixa de bolachas do Minipreço. E agora vou ali preparar uma tigela de cereais e tentar não incendiar a casa.
quinta-feira, abril 03, 2008
"Ó mãe! Ó mãe! Olha aqui eu nas Internets!"
Ok, é verdade que não escrevo há bastante tempo neste blog. E apesar de garantir a mim mesma que é falta de ideias, a verdade é que ando muito preguiçosa. Portanto, vou apenas divagar um bocado sobre aquilo que me apetecer. Não prometo que seja humorístico.
Sei que já passou um tempo e o assunto já esmoreceu um pouco, mas gostava de falar sobre o malfadado vídeo da aluna que agrediu a professora numa escola secundária do Porto.
Na minha opinião, aquilo é nada mais que uma falta de respeito por parte da aluna. Toda a gente sabe que adolescentes de quinze anos se estão completamente marimbando para as regras da sala de aula. Atender o telemóvel numa aula é actualmente um comportamento (infelizmente) normal dos alunos. Confiscar o telemóvel é o comportamento normal do professor. Levantar-se e praticamente agredir a professora, gritando-lhe, exigindo-lhe que lhe devolva o telemóvel é o comportamento normal de uma miúda mimada de três anos a quem as pessoas que a educaram nunca ensinaram o que é respeito. Mas ela não está sozinha na sala. Os colegas riem-se. Riem-se porque significa que estão a vencer autoridade e isso alimenta-lhes o ego rebelde, característico da adolescência. E até filmam. Mas isso é só porque vai ser buédafixe ver a “velha a cair”.
É importante também salientar que pouca gente conhece o verdadeiro contexto daquela situação. Para todos os efeitos, a professora também pode ter culpa no cartório. Aliás, até pode acontecer a professora nunca ter sabido impor autoridade sobre aquela turma – o que é grave em turmas daqueles anos (sei isto de experiência própria: também tive uma professora de Físico-Química no 8º ano que não tinha qualquer autoridade sobre nós – e nós, como normais adolescentes de 13 e 14 anos, bem que lhe fazíamos a vida negra). Mas esse facto não desculpa de maneira nenhuma as acções da aluna.
E em todos os canais de televisão, surgem os analistas e os psicólogos em filinha indiana, prontos a dar a sua intelectualizada opinião. A maioria parece culpar as chamadas novas tecnologias. Pois claro. E vá lá, que a violência nos videojogos ficou impune. Esse monstro que a imprensa muito gosta de alimentar nestes casos, desta vez, ficou a ver outro fenómeno arcar com as culpas.
A situação é grave. A violência nas escolas é um fenómeno recorrente. Todos temos de reflectir nele e pensar seriamente em medidas viáveis que possam solucionar o problema. Sim, porque a transferência da aluna para uma outra escola não é solução viável. É o mesmo que atirar o lixo para o quintal do vizinho, só porque dá trabalho atravessar a rua para o ir pôr no contentor.
Mas enfim (e sim, vou parar de escrever que entretanto isto já está a ficar compridinho e até chato), isto sou eu a falar do conforto do meu sofá (vá, cadeira da secretária). Que isto dos problemas dos outros, já dizia o outro, resolvem-se com uma palmadinha nas costas. Ainda que este, na minha opinião, se resolvesse com um par de tabefes (mas não pode ser da professora, porque senão depois vêm os paizinhos e é o “ai meu deus, que a professora agrediu a minha filha!”).
E a verdade é que um simples vídeo do YouTube, provavelmente transformado num daqueles “forwards” que as pessoas que nada têm para fazer mandam a todos os seus contactos, foi parar à caixa de correio electrónico de um qualquer funcionário da RTP/SIC/TVI. E de repente, a violência nas escolas surge como o tema do momento, como se nunca antes tivesse existido e fosse a maior novidade do mundo. Logo, se contactam os responsáveis que garantem que vão ser tomadas medidas, que vão ser instalados inquéritos, apuradas responsabilidades.
Mas entretanto o corpo da Maddie é encontrado ou o Cristiano Ronaldo encontra uma nova namorada e a história da miúda do Porto que gritou com a professora deixa de vender.
E fica tudo na mesma.
Nota de rodapé: E sabem o que me entristece mais? Mais do que a gravidade desta situação, mais do que a inaptidão do governo em resolver o problema da violência escolar (porque admitamos, ela sempre existirá), é que facilmente imagino, daqui a uns anos, um homem feito a virar-se para um seu amigo e dizer orgulhosamente: “Lembras-te daquele vídeo que andou nos telejornais há uns anos de uma aluna a agredir uma professora e a gritar para lhe dar o telemóvel? Fui eu que filmei.”
Sei que já passou um tempo e o assunto já esmoreceu um pouco, mas gostava de falar sobre o malfadado vídeo da aluna que agrediu a professora numa escola secundária do Porto.
Na minha opinião, aquilo é nada mais que uma falta de respeito por parte da aluna. Toda a gente sabe que adolescentes de quinze anos se estão completamente marimbando para as regras da sala de aula. Atender o telemóvel numa aula é actualmente um comportamento (infelizmente) normal dos alunos. Confiscar o telemóvel é o comportamento normal do professor. Levantar-se e praticamente agredir a professora, gritando-lhe, exigindo-lhe que lhe devolva o telemóvel é o comportamento normal de uma miúda mimada de três anos a quem as pessoas que a educaram nunca ensinaram o que é respeito. Mas ela não está sozinha na sala. Os colegas riem-se. Riem-se porque significa que estão a vencer autoridade e isso alimenta-lhes o ego rebelde, característico da adolescência. E até filmam. Mas isso é só porque vai ser buédafixe ver a “velha a cair”.
É importante também salientar que pouca gente conhece o verdadeiro contexto daquela situação. Para todos os efeitos, a professora também pode ter culpa no cartório. Aliás, até pode acontecer a professora nunca ter sabido impor autoridade sobre aquela turma – o que é grave em turmas daqueles anos (sei isto de experiência própria: também tive uma professora de Físico-Química no 8º ano que não tinha qualquer autoridade sobre nós – e nós, como normais adolescentes de 13 e 14 anos, bem que lhe fazíamos a vida negra). Mas esse facto não desculpa de maneira nenhuma as acções da aluna.
E em todos os canais de televisão, surgem os analistas e os psicólogos em filinha indiana, prontos a dar a sua intelectualizada opinião. A maioria parece culpar as chamadas novas tecnologias. Pois claro. E vá lá, que a violência nos videojogos ficou impune. Esse monstro que a imprensa muito gosta de alimentar nestes casos, desta vez, ficou a ver outro fenómeno arcar com as culpas.
A situação é grave. A violência nas escolas é um fenómeno recorrente. Todos temos de reflectir nele e pensar seriamente em medidas viáveis que possam solucionar o problema. Sim, porque a transferência da aluna para uma outra escola não é solução viável. É o mesmo que atirar o lixo para o quintal do vizinho, só porque dá trabalho atravessar a rua para o ir pôr no contentor.
Mas enfim (e sim, vou parar de escrever que entretanto isto já está a ficar compridinho e até chato), isto sou eu a falar do conforto do meu sofá (vá, cadeira da secretária). Que isto dos problemas dos outros, já dizia o outro, resolvem-se com uma palmadinha nas costas. Ainda que este, na minha opinião, se resolvesse com um par de tabefes (mas não pode ser da professora, porque senão depois vêm os paizinhos e é o “ai meu deus, que a professora agrediu a minha filha!”).
E a verdade é que um simples vídeo do YouTube, provavelmente transformado num daqueles “forwards” que as pessoas que nada têm para fazer mandam a todos os seus contactos, foi parar à caixa de correio electrónico de um qualquer funcionário da RTP/SIC/TVI. E de repente, a violência nas escolas surge como o tema do momento, como se nunca antes tivesse existido e fosse a maior novidade do mundo. Logo, se contactam os responsáveis que garantem que vão ser tomadas medidas, que vão ser instalados inquéritos, apuradas responsabilidades.
Mas entretanto o corpo da Maddie é encontrado ou o Cristiano Ronaldo encontra uma nova namorada e a história da miúda do Porto que gritou com a professora deixa de vender.
E fica tudo na mesma.
Nota de rodapé: E sabem o que me entristece mais? Mais do que a gravidade desta situação, mais do que a inaptidão do governo em resolver o problema da violência escolar (porque admitamos, ela sempre existirá), é que facilmente imagino, daqui a uns anos, um homem feito a virar-se para um seu amigo e dizer orgulhosamente: “Lembras-te daquele vídeo que andou nos telejornais há uns anos de uma aluna a agredir uma professora e a gritar para lhe dar o telemóvel? Fui eu que filmei.”
terça-feira, abril 01, 2008
domingo, março 09, 2008
Pernas para que vos quero!
Cavaco e Lula celebram 200 anos da chegada da família real
O presidente português, Aníbal Cavaco Silva, e brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, participam neste sábado da sessão solene de comemoração dos 200 anos da transferência da corte portuguesa para o Brasil, que acontece no Real Gabinete Português de Leitura, no Rio de Janeiro.
in Lusa
"Transferência da corte portuguesa para o Brasil" é a expressão politicamente correcta para "Chiça! Vamos mas é dar à sola que vêm aí os franceses!", ou, se a quisermos adaptar para os tempos de hoje, "Chiça! Vou mas é dar à sola que vêm aí os professores."
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
"THUNDERCATS ARE GO!"
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
Venham até a mim os descontos.
Finalmente sinto que faço parte do mundo. Já tenho cartão Minipreço. Obrigada.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
A Maddie nas urgências com tranquilidade.
Algo vai mal no mundo da comunicação social quando fico uma semana inteira sem ver telejornais, ler jornais ou ouvir rádio e quando volto, as notícias são exactamente as mesmas da semana anterior.
(Ok, já percebemos, acusar os pais da Maddie foi uma atitude precipitada, estão urgências a fechar por todo o país e o Sporting perdeu. E que tal deixar de constatar o óbvio e passar às notícias a sério?)
(Ok, já percebemos, acusar os pais da Maddie foi uma atitude precipitada, estão urgências a fechar por todo o país e o Sporting perdeu. E que tal deixar de constatar o óbvio e passar às notícias a sério?)
quarta-feira, janeiro 30, 2008
O pior acordar do mundo.
A propósito do passatempo que o Nuno Markl anda a promover (em suma, é necessário fazer um vídeo relatando a pior maneira de acordar a fim de ganhar um despertador todo xpto da Philips), eis a participação do Luís Belo conjuntamente com a mui estimada autora deste cantinho blogosférico:
domingo, janeiro 27, 2008
Este blog detesta-me.
Era uma vez um blog cuja autora se esqueceu de preparar alguma coisa para celebrar o seu terceiro aniversário. Fim.
segunda-feira, janeiro 21, 2008
Eu não acredito em publicidades estúpidas, mas que as há, há.
terça-feira, janeiro 15, 2008
Grita bem altos.
A quem conhecer a pessoa que disse que era uma boa ideia passar os novos anúncios da Optimus três vezes por intervalo:
Batam-lhe. Com paus. E pedras. E depois queimem-no vivo. E depois usem um desfibrilador para o ressuscitar e matem-no outra vez de uma forma mais dolorosa e criativa.
Repitam as vezes necessárias.
[Eles estão a fazer-me ficar farta de uma das minhas bandas favoritas - Shout Out Louds - de tanta vez ouvir a música. Parvos. Era os cinco utilizadores deles mudarem de rede a ver.]
Batam-lhe. Com paus. E pedras. E depois queimem-no vivo. E depois usem um desfibrilador para o ressuscitar e matem-no outra vez de uma forma mais dolorosa e criativa.
Repitam as vezes necessárias.
[Eles estão a fazer-me ficar farta de uma das minhas bandas favoritas - Shout Out Louds - de tanta vez ouvir a música. Parvos. Era os cinco utilizadores deles mudarem de rede a ver.]
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Ainda faltam três semanas mas...
... alguém tem sugestões ou ideias para comemorar o terceiro aniversário d'O da Joana?
quarta-feira, dezembro 26, 2007
A Ana Faria é que sabe.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.São os anos dela, do primo, o dia do pai e da mãe.
É o alegre Carnaval e a Páscoa a seguir,
são os santos populares e o mais que está para vir.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.
E se o Natal custa a chegar, pergunta ao pai e à mãe
se Dezembro ainda vem longe e quando vão comprar
o pinheiro para pôr na sala com sinos a brilhar.
A Joana gosta das festas todas que o ano tem.
Mas a festa de que mais gosta (já disse ao pai e à mãe)
É essa, a do sapatinho que se enche de prendas,
jogos, livros e bonecas vestidas com rendas.
A Joana gosta das festas e nem achava mal
que todos os dias do ano fossem sempre Natal.
[Ana Faria - Joana (Adaptado da "Barcarola" dos Contos de Hoffman de Offenbach)]
domingo, dezembro 16, 2007
Ele desafiou-me. II
Mas eu já sei que sou parva. Quero é que o mundo saiba que tu também és.
E já agora, o eremitta não sabe escrever 'mesmo'.
E já agora, o eremitta não sabe escrever 'mesmo'.
Isto mudou a minha vida.
Só agora me apercebi que a abreviatura ftw (For The Win) ao contrário é wtf (What The Fuck).
Curioso.
Curioso.
Ele desafiou-me.
Só para dizer que o eremitta é parvo e roubou-me uma potencial ideia para um post de Natal.
A verdade tem muito mais piada que a ficção.
Pergunta: Sabem qual a palavra japonesa para descrever aquele género de homens metrossexuais e mesmo um pouco andrógenos cujo melhor exemplo é o José Castelo Branco?
Resposta: Bishonen.
Juro. Vejam por vocês mesmos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bishonen
A cultura japonesa é fascinante.
Resposta: Bishonen.
Juro. Vejam por vocês mesmos:
http://en.wikipedia.org/wiki/Bishonen
A cultura japonesa é fascinante.
domingo, dezembro 02, 2007
segunda-feira, novembro 19, 2007
Da Júlia Pinheiro e do fim do mundo.
Ter de ver o programa da Júlia Pinheiro faz-me querer atirar a televisão ao chão. As pessoas dizem que são certos e determinados desenhos animados que colocam ideais de violência na mente dos mais novos e sensíveis. Calem-se essas pessoas. Não sabem do que falam. É a Júlia Pinheiro. Ela é que vai ser responsável pelo Massacre de Arrentela, que assim ficará conhecido devido ao mediatismo que irá ter nos meios de comunicação social. É a Júlia Pinheiro a última gota na mente de um rapazinho que, ao não ter televisão por cabo nem Internet, pegará na caçadeira do seu pai e começará a disparar contra tudo o que se mexe como se não houvesse amanhã. O que tecnicamente aconteceria, visto que seria um caso de homicídios em massa barra suicídio. Mas as acções do rapazinho constituem um pecado e, por isso, o rapazinho terá pela frente umas férias permanentes no Inferno. Mas o Inferno é, tal como o nome diz, um inferno. Logo, o rapazinho será condenado a ver o programa da Júlia Pinheiro para toda a eternidade. Até ao dia em que escapará daquele pesadelo e a sua alma vagueará pelo mundo dos vivos, assombrando um outro rapazinho, que tal como ele, também verá a televisão por cabo e a Internet como uma quimera e a quem, cada vez mais, a arma de seu pai parecerá mais desejável. Mas a alma do primeiro rapazinho preveni-lo-á. Preveni-lo-á para que não cometa o mesmo erro que ele.
Se é para matar gente, que comece pela Júlia Pinheiro. Pelo menos assim, ambos os rapazinhos serão poupados a uma eternidade de sofrimento.
Se é para matar gente, que comece pela Júlia Pinheiro. Pelo menos assim, ambos os rapazinhos serão poupados a uma eternidade de sofrimento.
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