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segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Sugestãozinha...

Sugiro criarmos uma petição para abolir o fuso horário deste planeta. Ver se começamos a ver os Óscares a horas decentes.

Ah, e os comentadores da TVI já se calavam.

segunda-feira, janeiro 08, 2007

Vejam. É bom.


E tem o Hugh Jackman. *suspiro*

domingo, agosto 21, 2005

Oompa Loompas

Willy Wonka, Willy Wonka,
The amazing chocolatier!
Willy Wonka, Willy Wonka,
Everybody give a cheer!

He's modest, clever, and so smart,
He barely can restrain it!
With so much generosity,
There is no way to contain it,
To contain it, to contain.. to contain... to contain!

Willy Wonka, Willy Wonka,
He's the one that you're about to meet!
Willy Wonka, Willy Wonka,
He's a genius who just can't be beat!
The magician and the chocolate whiz,
The best darn guy who ever lived!
Willy Wonka, here he is!




Fontes:
http://www.timburtoncollective.com/images/charlieposter.jpg

sábado, maio 07, 2005

Hakuna Matata

(Re)vi um dos meus filmes favoritos de sempre e o único que me fez chorar em toda a minha vida: "O Rei Leão". Quem nunca chorou quando o Mufasa morre, não é humano. Mas o filme só vence se for na versão portuguesa. Tenho de congratular a tradução e a dobragem que estão, na minha opinião, dignas de génio.

"Hakuna Matata: é o nosso lema.
Mas o que significa isso?
Nada. Não confundas com lesma."


Descobri que após sete anos após a última vez que tinha visto o filme, ainda sabia as músicas de cor, assim como algumas falas. Aliás, quem poderia esquecer essa grande frase: "CHA-MEM-ME SENHOOOOORRR POOOOORRCOOOOOOO!!!!". Ou mesmo "Todos para a esquerda...todos p'r'á direita...Olhem para onde olharem...eu sou a vedetaaa!!".

Posso também dizer que a minha opinião reforçou-se: continuo a achar que não há ninguém que faça uma tão boa voz de vilão como o Rogério Samora. Mas as minhas personagens favoritas continuam a ser o Timon, o Ed (a hiena mais estúpida) e o Zazu.

"Eu tenho meia-dúzia de cocos, tiri ri ri ri..."

Mas, enfim, as imagens falam por si:

Vê o que acontece...
Ô, Ô...chamaram-lhe porco...ai, ai...


O que é que queres que eu faça? Que vá para ali e comece a dançar o Hula?!

sexta-feira, abril 22, 2005

As escolhas de Joana

Pela primeira vez, estou sem inspiração para dissertar sobre um tema específico, portanto vou apenas comentar aquilo que se tem passado na sociedade contemporânea nos últimos tempos.

Estreou (e pelos vistos acabou), na segunda-feira passada, o novo programa de José Mourinho. Esta personalidade, que, além de treinador, escritor e pacifista, é agora também comentador televisivo. Resta-me perguntar: para quando o lançamento de um álbum?

Mas tenho de admitir que gostei do programa. Foi a conversa com um televisor mais interessante de sempre. E adorei o cenário atrás de José Mourinho: era tão real que ia jurar que vi o Peter Pan a voar lá atrás.

Mas um aspecto que verdadeiramente me encantou foi as SMS que se podiam enviar. Gostei principalmente de uma que dizia "Mourinho, és o novo Leonardo Da Vinci!". No entanto, é pena que tenha acabado. Gostava de ver o programa do Mourinho a ser um meio para combinar convívios da tropa ou para pedir músicas e mandar "Props!" para a Margem Sul.

E tal como não podia faltar, houve a secção das previsões onde Mourinho dava a sua opinião sobre quais seriam os resultados dos jogos e o que se passaria durante a próxima jornada. Foi o início de uma carreira como vidente. Maya e Professor Bambo, tenham medo.

Mas a minha parte favorita do programa foi quando o discurso do Mourinho ficou mais colorido ao ser substituído por uma mira técnica. Sem dúvida, o momento alto da noite.

Mas mudando de assunto.

"Habemus Papam" foi a frase que se ouviu na terça-feira passada no Vaticano. No conclave mais rápido da Igreja Católica, foi eleito Papa o Cardeal Joseph Ratzinger. Mas muitos acreditam que ele não será um bom Papa, pelo facto de ser muito conservador. Mas, aparentemente, essa divisão na Igreja Católica não era a maior preocupação da comunicação social portuguesa na altura, visto que passsaram uma hora a tentar descobrir se a tradução do nome adoptado por Ratzinger seria Bento ou Benedito.

Chegou a nova invenção da Telepizza, a Telepita. Soube de fontes seguras que nos próximos tempos vão ser lançadas a Telepata, a Telepeta, a Telepota e a Telep...ah, esperem. A última já existe. Para mais informações, contactem o Pinto da Costa.

Passamos ao cinema, com o filme "A Guerra dos Mundos" a estrear por cá em Junho. Existe uma grande expectativa em relação ao filme. Afinal, é um filme sobre o único acontecimento pior que um jogo de futebol entre o Caldas e o Torrense.

Novidades na "Quinta das Celebridades": Alexandra Fernandes ainda não percebeu que o público votou nela por não gostar dela e não para a proteger das nomeações dos outros concorrentes.

Elsa Raposo não conseguiu baixar-se para apanhar com os joelhos uma garrafa de água que estava no chão. Ela simplesmente não conseguia juntar os joelhos. Acho que não é preciso dizer mais nada.


Procura-se:


Burro Pavarotti, mamífero, peludo, teimoso e falante. Desapareceu já há uns tempos. Desconhece-se o paradeiro. Mas isso também já não interessa a ninguém visto que já foi substituído por uma avestruz e por uma meia falante e mal-cheirosa que insulta e urina sobre a Júlia Pinheiro e que dá pelo nome de Sr. Pires. A recompensa vai para quem conseguir chamar a atenção à Júlia Pinheiro que falar com uma avestruz e com uma peúga turca é mau sinal. Há gente internada por menos.


Tenho dito.

terça-feira, março 22, 2005

Desastres cinematográficos

Quem não tem aqueles filmes que simplesmente recorda com amor, ternura, nostalgia e carinho? Pois eu tenho aqueles filmes que fazem querer pegar numa catana e dar vários golpes nos seus respectivos realizadores.


Titanic (Titanic, James Cameron; com Kate Winslet, Leonardo DiCaprio; 1997):

Em poucas palavras, uma história de amor num navio a afundar. Ele salva-a de se suicidar, finge que voa, diz "I'm the king of the world!", desenha-a nua, mão no vidro e morre de hipotermia. Um filme longo, chato, comprido, maçudo e chato. Mas pronto. Admito. No fim do filme tive pena do Leonardo DiCaprio. Ele poderia ter sido um óptimo médico ou advogado, mas, infelizmente, escolheu ser actor. Dá pena.


Cercados (Black Hawk Down, Ridley Scott; com Orlando Bloom, Ewan McGregor; 2001):

Nunca percebi muito bem a história. Mas considerando que é um filme de guerra, há sempre a possibilidade de nem sequer ter uma. Sei que a partir da segunda hora de filme passei a jogar Bantumi no meu telemóvel. Foi só passado algum tempo que descobri que o Orlando Bloom e o Ewan McGregor entravam no filme. Percentagem de diálogos no filme: 20.


Rei Artur (King Arthur, Antoine Fuqua; com Clive Owen, Keira Knightley; 2004):

É mau. Muito mau. A Keira Knightley é irritante e o Clive Owen consegue ser um actor menos expressivo que o José Carlos Pereira. E sempre que o pássaro aparecia a voar em câmara lenta, ficava sempre à espera que surgisse um tiro de caçadeira. Semelhanças com o "Braveheart" não são puras coincidências.


A Mansão (The Haunting, Jan de Bont; Catherine Zeta-Jones, Liam Neeson, Owen Wilson; 1999):

Apesar de tudo, uma boa comédia. O avôzinho que mata os netos e assombra uma casa onde estão visitantes que sofrem de insónias. A minha parte favorita é quando o Owen Wilson perde a cabeça. Literalmente.


Diário de Bridget Jones (Bridget Jones' Diary, Sharon Maguire; Renée Zellweger, Colin Firth, Hugh Grant; 2001):

Renée Zellweger no seu pior. E eu até gosto do Colin Firth. Mas o filme é mau. História de uma tipa frustrada que sofre humilhações atrás de humilhações e que gosta de cantar músicas da Celine Dion. E a sequela anda por aí.


Doce Novembro (Sweet November, Pat O'Connor; com Charlize Theron, Keanu Reeves; 2001):

Nem sei o que dizer. Keanu, amigo, um conselho de mim para ti: és muito giro, sim senhor, mas não desistas do teu outro emprego. E da história do filme nem se fala. Uma hippie que convida estranhos para passar um mês em casa dela para lhes alterar a vida. E tem sempre de haver o cliché de "Ela mudou a minha vida para sempre." Um drama de fazer chorar as pedras da calçada. Ou não.


A Praia (The Beach, Danny Boyle; com Leonardo DiCaprio; 2000):

Mais uma vez, Leonardo DiCaprio volta para me atormentar. Muito sangue e pouca sanidade mental num filme com o seu quê de estranho. Robinson Crusoe, volta, estás perdoado.


Conhece Joe Black (Meet Joe Black, Martin Brest; com Anthony Hopkins, Brad Pitt; 1998):

Mais um filme longo e parado cuja única cena que involve mexer mais do que um braço é a cena em que o Brad Pitt é violentamente trucidado por dois carros e um camião. Em suma, a primeira hora resume-se a "Hello.", a segunda a "Who are you?" e a terceira a "I'm Joe Black.".


Van Helsing (Van Helsing, Stephen Sommers; com Hugh Jackman, Kate Beckinsale; 2004):

Como uma grande fã do Hugh Jackman, espero sinceramente que ele tenha aceite fazer o filme pelo dinheiro e não por acreditar no projecto. Uma história má e piores efeitos especiais. Para variar, faz-nos acreditar que irá haver uma sequela.

Fontes:
Todas as imagens retiradas de: movies.yahoo.com

sexta-feira, março 04, 2005

Clichés

E eu ainda vou nesta. Ontem, os meus amigos convenceram-me a ir ver um filme de terror, "Saw" ou em português "Saw-Enigma Mortal". Não sendo eu uma apreciadora de filmes de terror, fiquei um pouco apreensiva quanto a ir ver o filme, mas lá fui. O filme é mau. Mas quem sou eu para dar uma opinião, ainda que o filme seja MESMO muito mau.

Mas o que interessa é que eu tive a oportunidade de confirmar umas coisas quanto a thrillers ou filmes de terror (ou comédia, o que nalguns casos vai dar ao mesmo):

Ponto 1: O assassino é:

a) A personagem que aparece menos tempo no ecrã. Se acontecer um empate entre duas personagens, isso significa que são ambas as causadoras das mortes ocorridas no filme.

b) Um dos membros do grupo das personagens principais. Normalmente, existe sempre um grupo de personagens que pode variar de três a oito pessoas. 80% do grupo está destinado a morrer. Entre os restantes 20% está o assassino.

c) A pessoa mais desprezada por todos a quem ninguém reconhece o seu devido valor. Pode ser desde o acamado ao contínuo do hospital, passando pelo primo da mãe do namorado da amiga da personagem principal.

d) Todas as alíneas anteriores.

Ponto 2: O modo:

a) O assassino não dá simplesmente um tiro ou uma facada para matar alguém. É necessária toda uma arquitectação de um plano brilhante para o fazer. Nomeadamente horas e horas de tortura e tormento para a vítima (e para o espectador) que muitas das vezes acabam com um simples tiro (na vítima, obviamente. Não no espectador.)

b) Regra geral, o assassino conta sempre os seus planos à sua última vítima antes de a matar, muitas vezes recorrendo a flashbacks, o que faz com a vítima tenha tempo para se libertar das cordas ou chegar a um objecto duro e cortante e salvar-se.

Ponto 3: O motivo:

a) Vingança pessoal, isto é, as personagens principais fizeram algo que despertou o instinto homicida do assassino. Pode incluir algo desde atropelar alguém, entrar numa mansão abandonada, perturbando o avôzinho que matava os netos ou ter uma amante.

b) Certos ideais profundamente enraízados na mente do assassino. Castigar os pecadores é ainda um motivo bastante recorrente pelos argumentistas. Nada como o assassino achar que está a fazer o trabalho de Deus.

c) Simplesmente, o assassino não funciona bem da tola, não havendo qualquer explicação possível para os seus actos.

Por fim, Ponto 4: O argumento do filme:

a) No mínimo, são necessários três momentos que façam o espectador saltar da cadeira. Para criar esses efeito, recorre-se à música assustadora, a um barulho repetitivo (por exemplo, uma cadeira de baloiço que range), a um corte de energia em casa da personagem ou grandes planos do ar assustado da mesma. Tudo isto seguido de uma viragem rápida da câmara, um aumento do volume da música, a imobilização da cadeira e um grito da personagem.

b) A utlização de frases profundas e dramáticas também é comum. Uma personagem que diga qualquer coisa do género: "Nunca vi o mar.", claramente vai morrer.

c) Existe sempre margem de manobra para a realização de uma sequela do filme. Nada como deixar escapar o vilão da história no último minuto ou o seu corpo, simplesmente não ser encontrado no penhasco onde se despistou com o carro ou depois de ter levado 14 tiros, uma machadada na cabeça e ter queimaduras em 3º grau.

d) Mas tudo isto não podia culminar sem o herói solitário, que era uma pessoa absolutamente normal, mas que de repente descobre que é descendente de um qualquer demónio ou é o "Escolhido" e tem de disputar uma luta moral consigo mesmo durante todo o filme. É neste género de filmes que descobrimos que qualquer pessoa que tenha um emprego de secretária pode a qualquer momento estar a fugir de monstros e a dar pancada aos maus da fita, vencendo-os e tornando o mundo um lugar melhor. Resulta ainda melhor se este herói morrer, tornando-se um mártir.

Enfim...